Cursos e monográficos 17/18!

10 de Setembro de 2017

Ja temos a nova fornada de cursos. Tedes português, catalam, foto, capoeira, teatro, laboratório de movimento, dança, gaita, pandeireta, percussom tradicional, acordeom, requinta e guitarra.
Nos MONOGRÁFICOS  de outuno podedes escolher entre ediçom de vídeo, cozinha vegana ou a afinaçom no canto tradicional galego.

Embaixo tedes toda a informaçom!

CURSOS 2017

CURSOS DO PICHEL 17/18:

A associaçom cultural a Gentalha do Pichel é um projeto autogerido, que se sustenta a partir do trabalho, ativismo e achegas económicas das pessoas associadas. Os cursos, além de serem um espaço de convívio e aprendizagem, som umha ajuda económica para manter o centro social, por isto pedimos o teu compromisso à hora de fazer o pagamento no início de cada mês.

Sem matrícula. Depósito dumha mensalidade a maiores a começo do curso que será devolta no caso de avisar com um mês de antecedência da baixa do curso. O pessoal que fique até o fim do curso nom terá que pagar o último mês graças a este depósito.

Preço por mês. Desconto de 2€ no preço do curso para pessoas associadas, desempregadas (deve acreditar-se) ou que frequentem mais dum curso.

Mínimo de inscriçons para um curso começar: 3/4pessoas.

Com inscriçom prévia em gentalha@gentalha.org

Dúvidas e esclarecimentos em gentalha@gentalha.org ou no 698142936 (de 19h a 22h)

DE MANHÁ

  •  Canto e Pandeireta.

- Iniciaçom. Segundas-feiras de 11h15 a 12h15. Começo no 2 outubro. Preço 16€

- Intermédio. Segundas-feiras de 12h30 a 13h30. Começo no 2 outubro. Preço 16€

As aulas de pandeireta e canto virám da mao de Carme Iglesias, integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. De Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!

  • Gaita, requinta e percusom (tamboril e bombo).

Quintas-feiras de 10.30h a 11.30h. Começo 5 de Outubro.  Preço 20€. Todos os níveis.

No curso fará-se umha aproximaçom à técnica do instrumento e aprenderemos algumhas peças. O curso irá da iniciaçom ao aperfeiçoamento, trabalhando ouvido, afinaçom e linguagem musical, com as noçons básicas de teoria e leitura aplicadas à prática da música tradicional. O professor será David Canto, gaiteiro iniciado na música tradicional na comarca da Marinha, para depois receber formaçom em gaita, percussom e requinta e flautas travessas em aCentral Folque e no Conservatório, do que possui o Grao Professional em Gaita Galega.  Integra o grupo “Do Fondo do Peto” e tem colaborado nos últimos discos de Os Cempés e Kepa Junquera.

  • Iniciaçom à dança tradicional. Número mínimo de participantes: 6 pessoas

Quintas-feiras de 12h30 a 13h30. Começo  5 deOoutubro. Preço 15€. Número mínimo de participantes: 6 pessoas.

Estas aulas estám pensadas para todas aquelas pessoas que desejam participar com soltura nas festas e foliadas. Vamos a aproximar-nos ao básico da dança tradicional, botando umhas “bailas” ao som dos principais ritmos da música galega. A encarregada será Claudia Fidalgo, que começou a dançar de pequena nas escolas da sua terra, passou por agrupaçons da cidade, e segue formando-se a diário com as melhores mestras da Comarca.

  • Dança tradicional para quem sabe um chisco

Quintas-feiras de 11h30 a 12h30. Começo 5 de Outubro. Preço 15€. Número mínimo de participantes: 6 pessoas.

Se passaste por iniciaçom e queres continuar a aprender pontos para divertir-te nas foliadas este é o teu curso. Será com Fuensanta Nieto, vizinha de Compostela, que bailou em diferentes agrupaçons folclóricas da comarca. Também fijo algum trabalho de campo por diferentes lugares da Galiza para aprender, de primeira mao, as diferentes maneiras de bailar dos e das nossas velhas.

À TARDE

  • Dança tradicional para quem nom sabe nada (Iniciaçom)

Quartas-feiras de 20h a 21h.  Começo 4 de outubro. Preço 15€.

Ensinada por Chus Caramés, que há décadas que anda no baile galego. Começa de mui novinha na agrupaçom folclórica da sua terra natal e a dia de hoje continua aprendendo da man das nosas pessoas velhas e em festas e foliadas. Além de bailadora e pandeireteira, é a organizadora dum evento muito importante para a música tradicional do país, “os Encontros de Música Tradicional de Carvoeiro”.

  • Dança tradicional para quem sabe um chisquinho (Intermédio I)

Terça-feiras de 20h15 a 21h15. Começo 3 de outubro. Preço 15€

Se já foste um aninho a dança e mais ou menos lembras o básico, este é o teu curso! Aqui afiançarás o aprendido e darás umha volta para continuares a desfrutar das festas e foliadas. Quem te ajudará é umha rapariga que sabe disso. Carme Campo aprendeu os primeiros pontos no Porrinho, aperfeiçoou-nos num grupo de Compostela e agora mantém-se aprendendo no dia a dia, em seráns e festivais de música tradicional.

  • Dança tradicional para quem sabe um chisco (Intermédio II)

Terça-feiras de 19h15 a 20h15. Começo 3 de outubro. Preço 15€

Se tes dominados os movimentos mais básicos e queres afondar um chisco mais e de jeito mais rápido nos movementos da dança que adoitam sair nas festas e foliadas, e se tes vontade de aprender a complicá-los um pouco mais, prova neste curso! Quem te ajudará é umha rapariga que sabe disso. Carme Campo.

  • Dança tradicional para quem sabe um chisco mais (Aperfeiçoamento)

Segundas-feiras de 22h a 23h. Começo 2 de outubro. Preço 15€

Com Fuensanta Nieto aprenderemos alguns bailes de diferentes zonas para podermos continuar a participar ativamente em festas e foliadas, além de aperfeiçoar as técnicas do baile que já temos aprendidas doutros anos.

  •  Pandeireta Iniciaçom

Segundas-feiras. Iniciaçom de 20h a 21h. Começo 2 de outubro. Preço 15€.

Nas aulas aprenderemos a tocar os ritmos básicos da música tradicional galega, centrando-nos na técnica e no acompanhamento a outros instrumentos. Aitana Cuétara, a professora, está acompanhada pola música tradicional desde 1997. Começou sob a direçom do mestre Lolete, primeiro como gaiteira e logo já como percussionista, passando depois por outras agrupaçons e formando-se com diferentes músicos. Desde há quinze anos leciona aulas regulares e cursos intensivos na Galiza e fóra.

  • Gaita, Requinta e Percussom (Tamboril e bombo). Iniciaçom e Aperfeiçoamento.

-          Aperfeiçoamento: Segundas-feiras, 18-19h. Começo 2 de Outubro. Preço 20€.

Este curso destinara-se ao aprendizagem dum repertório comum e arranjado para a interpretaçom em distintos formatos de agrupaçom.

-          Iniciaçom:  Quintas-feiras de 17h a 18h30. Começo 5 de Outubro. Preço 20€.

Este curso centrara-se em adquirir as destrezas básicas do instrumento, desde quem nunca tocou até quem se tem iniciado e deseja retoma-lo.

* Com David Canto. Ver informaçom nos cursos de Manhá.

  • Acordeom diatónico e piano.

Quintas-feiras de 17h a 19h.  As aulas seram de 1 hora a escolher por cada aluna/o neste horário (ou de 17h a 18h, ou de 18h a 19h). Começo no 5 de outubro. Preço 22€.

Neste curso explicaram-se diversos elementos de técnica interpretativa e daram-se exercícios  práticos  adaptados ao nível e evoluçom de cada aluno/a. O repertório impartido centrará-se, fundamentalmente, em peças tradicionais galegas, fazendo ênfase nas próprias do acordeom e do canto, ainda que também se incluiram peças tradicionais doutras partes do mundo. A falta de instrumento ou de conhecimento musical nom é um
impedimento para a assistência às aulas. O professor será Alberte Núñez Martínez quem se iniciou no mundo do acordeom da mao de Brais Maceiras depois de ter estudado piano no Conservatório Profissional de Música da Corunha. Assistiu a diversos encontros e cursinhos ofertados por grandes acordeonistas como Pedro Pascual, Cati Plana ou Xuan Nel Expósito. Toca nos grupos Sessión Vermú, Dúbida Duo e Os Viqueiras, e colaborou com Tiruleque ou os Tres Trebóns. Atualmente dá aulas de acordeom em diversas associaçons e intervêm em homenagens e concertos didáticos sobre o instrumento.

  • Canto e Pandeireta.

Intermédio: segundas-feiras de 19h45 a 20h45. Começo 2 de outubro. Preço 16€

Avançado: segundas-feiras de 21h a 22h. Começo 2 de outubro. Preço 16€

As aulas de pandeireta e canto virám da mao de Carme Iglesias, integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. Desde Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!

  •  Guitarra.

Nível I: terças-feiras de 19h a 20h . Nível II de 20h a 21h. Começo 3 de outubro. Preço: 25€.

Som ideais quer para gente que começa do zero, quer para quem já tem um nível intermédio. Nelas, trabalharam-se harmonia e técnica de forma conjunta, a un nível mui básico. A ideia é fazer aulas engraçadas onde a criatividade e a improvisaçom tenham um papel importante. Tocaram-se temas de diversos estilos (blues, rock, country, reggae, funk). O professor será Benjamín Vázquez, professor em educaçom musical e atual guitarrista de The Lákazans.

  • Fotografia I

Terças-feiras de 21h a 22h. Começo o 3 de outubro. Preço 17 euros. Duraçom de 3 meses (Após estes 3 meses começará com o mesmo horário o curso de Fotografia II). Número mínimo de participantes: 5 pessoas.

Mediante o curso pretende-se que o alunado tire o máximo proveito das suas cámaras, quer sejam compactas quer reflex, treinando o uso de todas as suas funcionalidades assim como aprendendo os fundamentos básicos da fotografia, para desenvolver as suas potencialidades artísticas. Além disso, comentaremos os referentes históricos e artísticos necessários para compreender a importáncia histórica da fotografia na nossa sociedade e faremos umha breve introduçom a algumhas das mais importantes disciplinas fotográficas. O professor será Toxa, fotógrafo formado na EASD Ramón Falcón de Lugo e que exerce como profissional desde o ano 2010

  • Iniciación à língua e cultura portuguesas e lusofonia

Quintas feiras de 5 de outubro a 21 de decembro de 19:30 a 20:30 h (12 sesións) Preço total: 60€

Vamos aproximar-nos da língua portuguesa e perceber como ser galego é um passaporte de entrada neste universo. Ao mesmo tempo vamos conhecer um pouco mais sobre a cultura do país vizinho para além dos tópicos – tentaremos não falar de bacalhau nem de toalhas – mas também doutros países nos que se fala português. *

  • Aulas de conversação em português

Quintas feiras das 20:30 ás 21h30. Começo 5 de Outubro. Preço 13€

Se já sabes algo de português e queres treinar a tua pronúncia lusitana, aqui tens a oportunidade de dar à língua até que a voz te doa! Sempre atentos à actualidade, não faltarão motivos para uma boa conversa.*

*Cursos a cargo de Joana Martins, portuguesa da Cova da Beira, engenheira do ambiente de profissão e professora de português por vocação. Inicia o percurso nas aulas de português desde que vem para Compostela, no ano 2013. Já organizou cursos de iniciação para grupos e trabalha habitualmente com aulas de conversação individuais.

  • Catalám à carta

Terças-feiras de 20h a 21h. Começo 3 de outubro. Preço 20€. Duraçom até Março. (Mínimo de 5 pessoas para o curso começar)

Este curso está dirigido a pessoas que queiram continuar a desenvolver as habilidades lingüísticas básicas para entenderem textos escritos e orais em catalám, de jeito que ao finalizar o curso, @s alumn@s sejam quem de resolver as necesidades básicas da vida cotiá nesta língua. Além disso, quer
ofertar umha aproximaçom à realidade social da língua catalá (extensom
territorial, distintos graus de oficialidade, situaçom sociolingüística…) e à
cultura que se gerou no seu território. Cada pessoa poderá propôr temas ou
questons para tratá-las nas seguintes aulas.
A professora será Susana Montesinos Amado, licenciada em Filologia Catalá e Teoria da Literatura pola Universitat de Barcelona. Deu aulas de  língua catalá en institutos de ensino secundario en Catalunya.

  • Capoeira  Angola

Segundas-feiras de 20h30 a 22h. Começo 2 de outubro. Preço 15€. Participantes sem limite de idades: para mulheres, homens e crianças.

Nestas aulas trabalhara-se de uma forma lúdica a movimentaçao da Capoeira Angola. Também a sua parte instrumental onde entram os cantos da capoeira e os seus instrumentos: o berimbau. As participantes poderam assim conhecer a cultura afro-brasileira desde umha brincadeira com o corpo e sua movimentaçao (dança e luta), a sua história, a sua música, os seus diálogos corporais e de improvisaçom.
A professora é Cristina Olivera que pratica a arte da Capoeira  Angola desde o ano 1999. Morou no Brasil, na cidade de Salvador de Bahia durante 10 anos, onde praticou capoeira Angola, dentro do grupo de capoeira Angola Zimba. Desde o ano 2009, passou a morar em Compostela onde formou a Associação de Capoeira Angola, com a qual vem trabalhando na preservaçom da originalidade e filosofia da Capoeira Angola através do ensino pratico da mesma. Por tanto, os participantes teram a oportunidade de entrar em contato e desfrutar aprendendo esta pratica de manifestaçom cultural brasileira. Deu aulas de Capoeira em distintos centros socioculturais da cidade, escolas da Galiza e participou na organizaçom dos encontros internacionais de Capoeira Angola em Compostela.

  • Teatro

Terças-feiras de 21h15 a 23h. Começo 3 de outubro. Preço por confirmar. Mínimo 12 pessoas.

Neste obradoiro pretendemos investigar, através dos vários níveis de expressom que oferece o Teatro, o interior e o arredor de cada pessoa que conforme o grupo, assim como a interacçom do mesmo grupo, concluindo com umha representaçom cénica.
Trabalharemos basicamente cinco vertentes: a expressom (oral e corporal), a imaginaçom e a criatividade, a comunicaçom, o autoconhecimento e a abordagem cultural. Salientar o carácter lúdico e de dinamizaçom social que implica a prática teatral.
Zé Paredes, o professor, é ator e diretor de cena dedica-se à atividade profissional do teatro desde o ano 1996. Iniciou a sua formaçom no Porto, no Ballet-Teatro Escola Profissional. Em 2001 estabelece a sua relaçom com o teatro galego, através dumha coproduçom entre o Teatro do Noroeste, a Companhia de Teatro de Braga e o Centro Dramático Galego. Vive na Galiza desde 2002, tendo sido coordenador da Aula de Teatro da Universidade da Corunha e junto com Mónica Camaño cria o projeto Teatro Nu.

  •  Laboratório de Movimento.

Quartas-Feiras de 19h a 20h. Começo 4 de Outubro. Preço 15€. Duraçom até Dezembro com possibilidade de seguirmos a partir de Janeiro.

Um espaço para a experimentaçom, prática e reflexom do movimento e a voz. Trabalharemos com a dança em interaçom com outras práticas de trabalho corporal. Descobriremos as qualidades de movimento indagando na profundidade de cada umha de nós mas também em relaçom com as demais a través do jogo, da escuita e dos cuidados. Elsa Pereira 1983 – Elsa Pereira Rodríguez 2017, muitas mudanças e algum baile. Remexo e investigo no movimento, o que nos impulsa a erguer a cabeça, subir os ombreiros, caminhar amodinho ou sair correndo. Formo-me em dança contemporânea e exploro sobre dança Butoh, teatro e clown. Assisto a obradoiros e seminários de diferentes técnicas e experimento com os meus e com os outros movimentos porque compartimos espaços, observamo-nos e somos observadxs.

 

MONOGRÁFICOS

  • A afinaçom no canto tradicional galego. Da prosódia à melodia.

Sextas feiras 13 e 20 de Outubro e 3 e 10 de Novembro. De 19h a 20h30. Preço: 30€.

Neste curso teórico e práctico (tod@s cantaremos e falaremos seguido) abordaremos o eido da afinaçom em outros folclores, para mergulhar depois no jeito de cantar existente em Galiza. Aprenderemos a distinguir entre as principais escalas (ou modos) existentes no nosso folclore, e prestaremos especial atençom ao modo predominante no país: o modo “frígio”, e em concreto, à sua afinaçom, que se está a perder pola convivência  com as afinaçons modernas.

Usaremos arquivos fonográficos (Alan Lomax e Dorothé Schubarth) e documentos escritos antigos e modernos, assi como gravaçons actuais de grupos de música “tradi”.

Ricardo Marcos Casás estudou música clássica e jazz no conservatório superior de música da Corunha. O seu trabalho fim de carreira de jazz baseou-se nas recolhas que Dorothé Schubart fixo a sua avoa e tia. Atualmente continua a trabalhar para conservar e difundir o legado da sua avoa, Rosa Casás, cantadora e tocadora da Vila da Igreja, Cerceda.

Durante o último ano tem impartido vários cursos de construçom e toque de pandeiro “vegano”, por todo o país. Toca em grupos de diversos estilos, desde o jazz à música cigana, como “Os tres trebóns”, “Dúbida-band” ou o seu projeto “Fuliada na Vila”.

  • Cozinha   vegana.

Sábados 7,  14, 21 e 28  de Outubro.  De 16h a 19h30. Prezo por módulo: 15€ (com material incluído).

Quatro módulos independentes nos que aprenderás receitas básicas, receitas  de cozinha tradicional galega veganizadas, a fazer um delicioso  seitam caseiro e vários queijos vegetais.

Quando está triste ou preocupada, Alba Souto cozinha algo doce, e sempre gostou de preparar deliciosos pratos para as suas amizades e familiares. Pensa que coczinhar é um jeito de comunicar-se e fazer felizes a outras pessoas. Quando decidiu dar o passo ao veganismo, descobreu novos retos e também novas técnicas, ingredientes e possibilidades no mundo da cozinha e da pastelaria. A través de vídeos de youtube e com muita práctica quere demostrar-lhe ao mundo o rica e variada que pode ser umha alimentaçom 100% vegetal.

  • Monográfico de ediçom de vídeo.

Quartas feiras 8, 15, 22 e 29 de Novembro. De 19h30 a 21h. Preço. 20€

Cursinho de iniciaçom a ediçom de vídeo com o programa Davinci. Aprenderemos a manejar as ferramentas essenciais para montar um vídeo rápido e de jeito professional. O curso vai dirigido a aquelas pessoas que procurem as habilidades e destrezas para editar os seus próprios vídeos. Nom se precisam conhecimentos prévios.

Antía Ameixeiras é graduada em comunicaçom audiovisual, profissom que combina com a música. Tem realizado numerosos videoclipes e co-realizado projectos audiovisuais como Enreguéifate ou Feísmos?

 

Universidade Popular 2017! Do 17 ao 21 de Julho.

7 de Julho de 2017

Mais um verao chega a Universidade Popular ao Pichel! Do 17 ao 21 de Julho, o centro social encherá-se de gente a partilhar saberes e experiências. Se queres participar em cursos de ecologia, género, línguas, gastronomia, dança, tecnologia, música… é IMPORTANTE reservares praça até dous dias antes de cada curso em gentalha@gentalha.org

  • Preço por curso: 3€ (3’5€ nom sócia)
  • Abono todos os cursos: 8€ (10€ nom sócias)

INSCRIÇOM OBRIGATÓRIA em gentalha@gentalha.org até dous dias antes do curso.

Embaixo tes os graus e o calendário dos cursos com a informaçom de cada um. Bota umha olhada!

universidade popular 2017

 

ESPECIALIZA-TE NOS GRAUS:

COM OS PÉS

  • Entra no baile a bailar(e). Iniciaçom às foliadas. Chus Caramés. 2ªFeira 17. De 20h a 21h.
  • Iniciaçom ao samba no pé. Márlio Barcelos. 3ª Feira 18. De 18h a 19h30.
  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (II). Iniciaçom ao jeito de bailar da montanha lucense. Roberto Rodríguez. 4ª Feira 19. De 20h30 a 21h30.
  • Nom bailes o agarrado que é cousa de muito pecado. Lorena Toimil e Hilda Cuba. 5ª Feira 20. De 20h a 21h30.

COM O INSTRUMENTO

  • Chascarraschás. Carme Iglesias. 4ª Feira 19. De 18h30 a 19h30.
  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (I). Iniciaçom à pandeira. Noemi Basanta. 4ª Feira 19. De 19h30 a 20h30.
  • Toques de pandeiro com baqueta. Ricardo Casás. 5ª Feira 20. De 12h a 14h.

 COM A LINGUA

  • Cozinha silvestre. Silvia Méndez. 2ª Feira 17. De 12h a 13h30.
  • O milhor prebe: a fome! Luzia Álvares. 2ªFeira 17. De 19h a 20h30.
  • Veganismo doce. Alba Souto. 3ª Feira 18. De 19h30 a 21h30.
  • Cozinha com língua catalá. Susana Amado. 4ª Feira 19. De 19h30 a 20h30.
  • Cozinha com língua italiana. Chiara Pedizzi. 4ª Feira 19. De 21h30 a 22h30.

 COM A EXPRESSOM CORPORAL

  • Laboratório de movimento. Elsa Pereira. 2ªFeira 17. De 18h a 19h.
  • Introduçom ao Teatro Foro como ferramenta transformadora. Paula Lubián e Beatriz Miranda (ACPP). Feira 18. De 16h a 18h.
  • O corpo criativo, recursos de expressom e criaçom cénica. Zé Paredes. 4ª Feira 19.  21h30 a 23h30.

COM SENTIDINHO

  • Razons de peso. Desmontando a Gordofobia. Andrea Nunes. 2ªFeira 17. De 19h a 20h30
  • Autodefessa para mulheres Mai e Cristy. 3ª Feira 18. De 11h a 13h.
  • Conhecendo os composteiros comunitários de Compostela. Maria R Lafuente. 4ª Feira 19. De 11h a 12h30
  • Prostituiçom e/ou Trata de seres humanos com fins de exploraçom sexual: indícios para podermos identificar umha possível vítima de Trata. Lourdes Pazo. 5ª Feira 20. De 16h30 a 18h30.
  • Laboratório de Empoderamento Erótico. Mai Insua e Mari Fidalgo. 6ª Feira 21. De 17h30 a 20h.

 COM FERRAMENTAS

  • Fotografía com telemóvel. Borxa Toxa. 2ªFeira 17. De 19h a 20h.
  • Uso doméstico da broca. Paulo Painceiras. 3ª Feira 18. De 20h30 a 21h30.
  • Aula práctica de gravaçons. Olaia Tubío e Raquel Cecilia. 4ª Feira 19. De 16h30 a 18h30.

COM A HISTORIA

  • Investigaçom histórica a domicílio. Pescudando na Galiciana. Marcos Saavedra. 3ª Feira 18. De 19h a 21h.
  • Na busca da anta perdida. Dionisio Cancela. 4ª Feira 19. De 18h30 a 21h.
  • Combatendo na arte: história de mulheres. Sabela Fraga. 5ª Feira 20. De 19h a 20h30.
  • O galeguismo em Compostela no primeiro terço do s.XX. Espaços, pessoas e factosUxio-Breogán Diéguez. 5ª Feira 20. De 19h a 21h (aprox). 

COM OS OLHOS

  • Descobrindo o céu estrelado. Irene Baspino. 5ª Feira 20. De 22h a 00h.

 

CALENDÁRIO

SEGUNDA FEIRA 17 DE JULHO

  • Cozinha silvestre. Silvia Méndez. De 12h a 13h30.

Obradoiro de cozinha silvestre e apresentaçom do livro “113 prantas silvestres dos campos nortenhos”.

  • Laboratório de movimento. Elsa Pereira. De 18h a 19h.

Exploraremos a nossa natureza criativa a travês do corpo em relaçom com as demais e com o espaço. Trata-se dum laboratório entendido como lugar de experimentaçom onde o coidado, o jogo e a escoita nos levaram a atopar a criatividade dos nossos corpos e, por que nom? das nossas vozes.

  • Fotografía com telemóvel. Borxa Toxa. De 19h a 20h.

Iniciaçom a captura com telemóvel, captura, composiçom e ediçom em Android e IOS.

  • Razons de peso. Desmontando a Gordofobia. Andrea Nunes. De 19h a 20h30.

Obradoiro onde partilharemos experiências, sentires e ferramentas, usando o potencial colectivo para transformar as nossas realidades, achegando-nos ao activismo e ao empoderamento gordo.

  • O milhor prebe: a fome! Luzia Álvares. De 19h a 20h30.

Passeio teorico-prático pelos molhos básicos da gastronomia europeia desde o Atlántico ao Mediterrâneo.

  • Entra no baile a bailar(e). Iniciaçom às foliadas. Chus Caramés. De 20h a 21h.

Aprende a decifrar e mover-te ao compasso dessa gente que baila quando soam as gaitas e as pandeiretas.

 

TERÇA FEIRA 18 DE JULHO

  • Autodefesa Feminista. Cristy Tojo e Mai Insua. Lésbicas Creando. De 11h a 13h. (Só para mulheres).

Fazemos Autodefesa Feminista de jeito integral (física, psicológica, emocional) como umha ferramenta que amplía posibilidades fronte às violencias machistas e possibilidades de vida. Consideramo-la um elemento fundamental de resposta, proteçom e autocoidado.
Sodes bem-vindas!

  • Introduçom ao Teatro Foro como ferramenta transformadora. Paula Lubián e Beatriz Miranda (ACPP) De 16h a 18h.

Achegaremo-nos a esta metodologia participativa a través de jogos e técnicas teatrais que tenhem por objetivo redimensionar o teatro, fazendo dele um instrumento eficaz na comprensom e na busca de alternativas para problemas sociais e interpessoais, estimulando a reflexom com o objetivo de transformar a realidade. Ao tratar-se dumha ferramenta motivadora este obradoiro pretende ser de utilidade para as profesionais da educaçom (formal ou informal) e pessoas que participam activamente de coletivos sociais, culturais e/ou vizinhais, sindicatos, assi como para aquelas pessoas interessadas em conhecer técnicas teatrais abertas e participativas.

  • Iniciaçom ao samba no pé. Márlio Barcelos. De 18h a 19h30.

Da mistura de ritmos africanos, o samba nasceu no Brasil e pode ser bailado de variados modos, dependendo da regiom e da situaçom. Aprenderemos no curso os passos básicos do “samba no pé”, nome do estilo livre e improvisado de bailar o samba.

  • Investigaçom histórica a domicílio. Pescudando na Galiciana. Marcos Saavedra. De 19h a 21h.

Neste curso aprenderemos a trabalhar com os recursos arquivísticos online tomando como referência a Galiciana (Biblioteca digital de Galiza). Umhas ferramentas que ponhem a nossa disposiçom documentaçom original muito útil para o conhecimento da nossa história.

  • Veganismo doce. Alba Souto. De 19h30 a 21h30.

Obradoiro de sobremesas caseiras no que aprenderás a fazer masas doces, biscoitos, bolachas e sobremesas frias com ingredientes singelos e 100% vegetais.

  • Uso doméstico da broca. Paulo Painceiras. De 20h30 a 21h30.

Ferramentas necessárias para fazer perforaçons em paredes, metal, madeira… Falaremos das distintas classes de brocas e da maneira de empregar cada umha delas. Fundamentalmente será um curso prático onde tentaremos algum truque para furar azulejo, para nom lixar todo ou para nom mancar-se.

 

QUARTA FEIRA 19

  • Conhecendo os composteiros comunitários de Compostela. Maria R Lafuente. De 11h a 12h30.

Aprenderemos como funciona o projeto e como fazer um bom compost assi como os usos da compostagem.

*Punto de encontro: composteiro do parque de Galeras.

  • Aula prática de gravaçons. Olaia Tubio e Raquel Cecilia. De 16h30 a 18h30.

Como: entrevistar, colocar a cámara, gravar o son, editar singelo… Todas estas dicas do “que fazer” e do “que nom fazer” quando queremos gravar vídeos.

  • Na busca da anta perdida. Dionisio Cancela. De 18h30 a 21h.

Visita a uma anta e a uma mámoa (as de Zarramacedo). Explicaçom dos principais elementos a reconhecer.

*Punto de encontro: no Pichel (coordinaremos carros para irmos na busca da anta).

  • Chascarraschás. Carme Iglesias. De 18h30 a 19h30.

Neste curso achegaremo-nos ao instrumento da marola: as cunchas. Iniciaremo-nos nos toques mais básicos, veremos distintos jeitos de tocar, e até algumha cantarea botaremos. Animade-vos!

  • Cozinha com língua: catalam. Susana Amado. De 19h30 a 20h30.

Achegaremo-nos à reposteria e lingua catalá elaborando o “pa de pessic”.

  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (I). Iniciaçom à pandeira. Noemi Basanta. De 19h30 a 20h30.

Curso de iniciaciaçom ao repertório da montanha lucense assi como ao seu instrumento por excelência: a pandeira. Um achegamento que tem por finalidade sentar as bases do instrumento mas que também pode servir para repensar as próprias. Faremos especial fincapé na sua correta colocaçom e execuçom. Além disso, destacaremos as pontes culturais que estabelecem os repertórios vocais desta zona geográfica com outras culturas do noroeste peninsular.

  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (II). Iniciaçom ao jeito de bailar da montanha lucense. Roberto Rodríguez. De 20h30 a 21h30.

Curso de iniciaçom ao jeito de bailar próprio da montanha lucense, centrando-se especificamente no concelho de Cervantes. Achegaremo-nos aos movimentos que definem a “molinheira” assi como às principais estruturas que presenta.

  • Cozinha com língua italiana. Chiara Pedizzi. De 21h30 a 22h30.

Os gnocchi (olho que é plural! O singula é gnocco), é umha das receitas mais típicas da Itália. Un prato antigo que em origem se preparava com água e farinha de vários cereais ou com o miolo do pam e leite. Com a chegada da pataca volverom-se famosos os que se fam com ela. Em Roma comem-se nas quintas-ferias, na Campania nos domingos, em Verona nas sextas-feiras e som tam famosos que há um disfrace de Entrudo que os celebra “O Papà del Gnoco”(com apenas um “c” pois é umha variante do veronês). Mas bom, eu som de Brescia e vou-nos fazer como a minha mai, e como gostamos da opulencia vamos tomá-los também com 3 molhos diferentes!

  • O corpo criativo, recursos de expressom e criaçom cénica. Zé Paredes. De 21h30 a 23h30.

Obradoiro de criaçom cénica em que abordaremos estratégias de estímulo criativo: A improvisaçom. O jogo dramático. O corpo no espaço.

 

QUINTA FEIRA 20

  • ·Toques de pandeiro com baqueta. Ricardo Casás. De 12h a 14h.

Traballaremos toques tradicionais de Peñaparda (Ajechao, Sorteao, Corrido-brincao), modernos (rumba, afro,swing,…) e ritmos galegos (muinheiras, jotas, passo-dobres)

  • Prostituiçom e/ou Trata de seres humanos com fins de exploraçom sexual: indícios para podermos identificar umha possível vítima de Trata. Lourdes Pazo. De 16h30 a 18h30.

Que é a Trata e quais som os seus indicadores som os temas em que nos centraremos neste curso em que, a partir da visualizaçom de vídeos com entrevistas, poderemos distinguir os seus indícios.

  • Combatendo na arte: história de mulheres. Sabela Fraga. De 19h a 20h30.

Analisaremos en que medida o relato oficial se foi consolidando durante séculos através da exclusão das mulheres. Mas o ponto central será conhecer as estratégias artísticas subversivas que elas usaram para rachar com as múltiplas barreiras impostas pelo patriarcado.

  • O galeguismo em Compostela no primeiro terço do s.XX. Espaços, pessoas e factosUxio-Breogán Diéguez. De 19h a 21h (aprox). 

Entre  1916 e 1936 desenvolveu-se na Galiza um processo de construçom nacional único na nossa história. Neste roteiro percorreremos lugares senlheiros, conhecendo pessoas e factos para nos achegarmos àquele tempo.

*Punto de encontro: no Pichel 

  • Nom bailes o agarrado que é cousa de muito pecado. Lorena Toimil e Hilda Cuba. De 20h a 21h30.

Obradoiro de iniciaçom a bailes agarrados da Galiza e Europa: centraremo-nos na mazurca galega e europea, no scottish e no valse,mas passaremos também polo passo-dobre e pola rumba e polka… o básico para se defender e goçar em umha foliada, e faremo-lo com música ao vivo!

  • Descobrindo o céu estrelado. Irene Baspino. De 22h a 00h.

Introduçom à astronomia através dumha saida de observaçom em que aprenderemos a mover-nos polo céu e a reconhecer as estrelas e constelaçons mais destacadas, sem necessidade de mais aparelhos que os nossos olhos.

*Punto de encontro: no Pichel (partilharemos carros para deslocaar-nos)

Necessário levar lanternas.

 

SEXTA FEIRA 21

  • Laboratório de Empoderamento Erótico. Mai Insua e Mari Fidalgo. De 17h30 a 20h. (Só para mulheres).

ECombatendoxplorar e criar a nossa erótica, experimentar com o nosso prazer! Um tempo para partilharmos e enraizarmo-nos no prazer desde a palavra e o trabalho corporal. Aberto a mulheres de qualquer orientaçom e vivencia sexual.

 

Chega a cacharela picheleira do 2017

22 de Junho de 2017

cacharela2017_2

Apresentaçom do livro ‘Verbo na arria’, homenagem a Joam Jesus

15 de Junho de 2017

IMG_20170512_205844
O 12 de maio apresentaram-se no Pichel o livro de poesias homenagem a Joam Jesus ‘Verbo na arria’ e o seu booktrailer, um grande esforço da gente da AC O Fervedoiro e Quinteiro Umia.
Ler mais »

COMUNICADO DA JUNTANZA DOS CENTROS SOCIAIS ANTE O DESPEJO DO ESCÁRNIO

7 de Junho de 2017

faixaescarnioHá pouco mais de três anos que abreu o CSOA Escarnio e Maldizer. Desde entom realizarom-se alí grande quantidade de acçons e actividades: obradoiros de teatro, serigrafia, música; aulas de adestramento deportivo, acroioga, judo, boxeo, baile tradicional galego, pandeireta; infinidade de palestras sobre os mais diversos temas; feiras de tatuagens, jornadas libertárias, apresentaçons de livros, revistas, projectos e documentários; projecçons de cinema, representaçons de teatro e artes cénicas variadas, recitais poéticos, concertos de música de todos os estilos… ademais de dispor de unha extensa biblioteca, umha oficina de serigrafía e umha oficina artística, e de ser o local de grande quantidade de colectivos que faziam alí as súas asembleas e actividades.
Todo isto mantendo sempre uns princípios básicos: funcionamento asemblear, toma de decissons por consenso, trabalho voluntário sem ánimo de lucro, portas abertas, actividades sempre de balde, autogestom, cuidados mútuos e um firme compromisso com todas as causas sociais que defenden e procuram a liberdade.
O Escárnio converteu-se num eixo fundamental da vida de Compostela; nom poderiamos obviar as suas aportaçons nos últimos três anos. Os centos de pessoas que por alí passaron som testemunha de este facto.
Há também seis anos que a empresa inmobiliaria A Rosaleda comprou o edifício da Algália. Esta é umha construtora fraudulenta e especuladora. Umha empresa que nom paga às suas trabalhadoras nen às suas provedoras. Umha empresa que é responsável de que muit@s albaneis, carpinteir@s, electricistas, fontaneir@s ou escaiolistas nom cobrem e se atopem na rúa. Responsével de botar à rúa também @s antig@s inquilin@s do edifício a quenes expulsaron sem piedade das suas vivendas, ofertando-lhes umha mistura de ruína e disparatados alugueiros.
O edificio que pouco tempo antes albergara à Asociación Cultural Cantigas e Agarimos apodrecia agora, vazio e sem uso, abandono e ruína á espera dum “pelotazo urbanístico” que enchera as ánsias especulativas da inmobiliaria A Rosaleda. Abandono e ruína financiados, por outra banda, com o dinheiro dos bancos rescatados polo Estado. Estafa geralizada, a urbanística, para a que só as ocupaçons semelham soluçom. Directa ou indirectamente, o edificio da Algalia comprou-se com dinheiro de gente de Compostela. Assím pois, que menos que ter direito a empregar esse espazo?

Com este comunicado queremos solidarizar-nos comas nossas compañeiras.
Há un par de anos que A Gentalha do Pichel, a Asociación Xuvenil Ítaca e o CSA do Sar traballamosconxuntamente com o CSOA Escarnio e Maldizer: Entrudos, Magustos, Dia das Letras, Jogos Populares e mais projectos que tinhamos em mente. Afiançando e artelhando rede. Somos centros sociais que desenvolvemos o nosso trabalho de jeito autogestionado e com trabalho voluntário, com liberdade e independência, sendo honestas com nós mesmas e com vontade de difundir um activismo social e cultural participativo e nom dirigista, sem licenças e um tipo de lazer alternativo ofrecido a todas aquelas pessoas que desejam participar e fazer parte com nós do projectos e actividades. Por este tipo de filosofia e dinámicas dim que as companheiras do Escárnio som perigosas, criminais.
Somos Gentalha, somos Itaca e somos Sar. Se Escarnio é criminal, nós também o somos!
Dende a Juntança de Centros Sociais queremos manifestar o nosso total apoio ao Escárnio; estamos con vós e apoiamos-vos!

Solidarizamo-nos con vós e sentimos a vossa mesma raiba ao ver anos de traballo, esforzos, ilusións e sonhos decapitados de golpe entre bloques de formigom armado e pelotaços de goma.
Partilhamos com vós o desejo de criar espaços libertados, nos que a gente se sinta cómoda e a gusto, libres da violencia cotiá que cada dia nos esmaga. Lugares ceives e rebeldes, onde a gente cria, vive e transforma superando esta realidade. Onde as pessoas poden recuperarse a si mesmas coma pessoas. Que papel, que absurdo réxime jurídico pode negar isso?

Condenamos radicalmente a bestial intervençom da Policia, dos poderes públicos e a difamaçom e mentiras difundidas polos meios de comunicaçom lacaios do sistema. Todo o que podemos dizer sobre o acontecido a nivel repressom e manipulaçom meiática fica curto ante a magnitude do dano causado.

Companheir@s, seguiremos luitando, apoiando e trabalhando na construcçom de espaços de liberdade e de solidariedade. Seguiremos ocupando os coraçons da gente a golpe de autogestom e retiraremos um a un, cada bloque de formigom de cada janela e porta para construír con eles projectos tam dignos e valentes coma o CSOA Escárnio e Maldizer.

C.S. A Gentalha do Pichel – Asociacion Xuvenil Itaca – CSA do SAR

Actividades de Junho

7 de Junho de 2017

atividades junho2017-01

comunicado dos centros sociais da Galiza sobre o despejo do CSO Escárnio e Maldizer

2 de Junho de 2017

defende o escarnio
Os Centros Sociais galegos em Solidariedade com o CSOA Escárnio e Maldizer e contra a repressom policial
Os coletivos abaixo-assinados, integrantes do movimento popular galego e empenhados na construçom de espaços para a cultura contra-hegemónica e ao serviço do povo galego, declaramos:
1. A nossa solidariedade incondicional com o CSOA Escárnio e Maldizer, centro social ocupado com o qual trabalhamos em diversas iniciativas conjuntas, mostrando-se sempre como um coletivo comprometido com a construçom de alternativas ao embrutecimento e mercantilizaçom cultural dominantes.
2. O nosso apoio a um coletivo que foi vítima das forças repressivas por recuperar um espaço privado abandonado polos proprietários e que foi reconvertido num bem público. A defesa de tam elementar direito custou nom só um despejo violento do edifício, mas também ferimentos a várias pessoas e a detençom e acusaçom arbitrária de um vizinho.
3. A nossa condena à política de perseguiçom policial e mediática contra iniciativas nom controladas pola institucionalidade burguesa. A burda criminalizaçom e desprestígio induzidos polos principais meios de comunicaçom privados e mesmo públicos contra o CSOA Escárnio e Maldizer confirmam a necessidade permanente de auto-organizaçom popular em cada ámbito de luita social e de construçom nacional.
4. O nosso compromisso no fortalecimento e na criaçom de espaços que permitam avançar na galeguizaçom e desmercantilizaçom da nossa cultura, em coordenaçom permanente com outras entidades comprometidas com idênticos objetivos nos mais diversos ámbitos: laboral, político, feminista, comunicativo, ambiental, etc.
5. Apelamos ao movimento popular galego à unidade e à autodefesa, construindo novas ferramentas ao serviço dos interesses do nosso povo, combatendo a manipulaçom informativa e a repressom judicial-policial.

Galiza, 1 de junho de 2017

Ateneo Libertário A Engranaxe (Lugo)

Centro Social A Comuna (Corunha)

Centro Social A Galleira (Ourense)

Centro Social A Gentalha do Pichel (Compostela)

Centro Social A Revolta (Vigo)

Centro Social Fuscalho (A Guarda)

Centro Social Gomes Gaioso (Corunha)

Centro Social Madia Leva (Lugo)

Centro Social O Fresco (Ponte Areias)

Centro Social Xebra (Burela)

Centro Social Autoxestionado do Sar (Compostela)

Centro Social Ocupado A Insumisa (Corunha)

Coletivo Terra (Pontedeume)

Fundaçom Artábria (Ferrol)

Local Social Faisca (Vigo)

Nace a Rede do Património Cultural

30 de Maio de 2017

5538991025_f9a57bd4d4_b

O trabalho em rede é a forma de trabalho na que nos sentimos mais cómodas, multiplicamos as nossas forças e adicionamos os nossos conhecimentos. A Gentalha do Pichel é uma rede de comissons e ativistas, fazemos rede com outros centros sociais, com outros coletivos que vivem a nossa cultura tradicional, que trabalham pola nossa língua, que partilham as nossas lutas (como a Rede Galega en apoio ás persoas refuxiadas, a Asamblea contra a eucaliptización de Compostela e comarca, etc).

Desde a comissom de História da Gentalha do Pichel levamos anos dando a conhecer e pondo em valor os patrimónios culturais deste concelho, e deste trabalho e colaboraçons nace a Rede do Património Cultural, promovida por vários coletivos mas com objetivo declarado de adicionar organizaçons de todo o país.

A apresentaçom será este sábado 3 de xunho às 11h00 no Museu do Povo Galego. Qualquer grupo que trabalhe pola promoçom, estudo e cuidado do nosso património e tenha interesse em fazer parte da rede pode inscrever-se neste formulário. Depois da apresentaçom haverá uma jornada de trabalho.

DECLARAÇOM CONJUNTA PARA UMHA COORDINAÇOM DAS ENTIDADES POLA DEFESA DO PATRIMÓNIO CULTURAL GALEGO
Ler mais »

Jogos de primavera dos centros sociais

15 de Maio de 2017

jogos

Aos centros sociais autogeridos reunidos de Compostela compracemo-nos em apresentar os primeiros JOGOS DE PRIMAVERA! Umha jornada para curtir e para o esparcemento para toda as pessoas que queiran achegar_se a passar o día. Haverá brinquedos tradicionais com a Asociación do Xogo Popular de Compostela (desde as 11h30) depois um jantar (se non podes trazer o teu, levamos nós), depois jogos variados para pequenas e nom tam pequenas (ferramenta Itaqueira), âs 19h00 un roteiro surrealista (CS do Sar) que promete ser o que nom e, para rematar com imposivel missom (21h00) que nos proponherám as compas do CSOA Escarnio e Maldizer.
Animai-vos a participar!

Concerto Cabodano, Crú e Willis Drummond

15 de Maio de 2017

cabodano