dezembro no centro social o pichel

3 de Dezembro de 2019

Foliada aberta, música ao vivo e visita do gigante do Courel, atividades do derradeiro mês de 2019 no nosso centro social.

dezembro2019

SOLIDARIEDADE COM AS 12 INDEPENDENTISTAS ENCAUSADAS NA “OPERAÇOM JARO”

15 de Novembro de 2019

Da Gentalha do Pichel somamo-nos ao conjunto de agentes políticos, sociais e culturais que durante estes dias mostrárom a sua solidariedade com as 12 militantes independentistas galegas inesperadamente acusadas a um total de 102 anos de prisom por pertença a organizaçom criminosa e delitos de enaltecimento de terrorismo. Do mesmo jeito, solidarizamo-nos com a organizaçom política Causa Galiza e o organismo antirepressivo Ceivar por se estárem a enfrentar à possível ilegalizaçom por umha alegada atividade terrorista.
Para além da inexcusável solidariedade com as represaliadas, da Gentalha achamos também que esta montagem policial nom é um facto isolado que podamos ignorar. Embora a perseguiçom e repressom do independentismo galego nom sejam algo novidoso ou recente, as desproporcionadas petiçons de prisom e a tentativa de ilegalizar organizaçons, é um grave sintoma que mais cedo que tarde está chamado a estender-se ao conjunto de pessoas que conformamos os movimentos de transformaçom social do nosso país.
Nom nos podemos permitir olhar para outro lado em plena deriva fascistoide e autoriária do Estado espanhol, claramente empenhado em sufocar os processos transformadores em base a umha calculada repressom e um aparelho mediático perversamente manipulador.
Por isso, da Gentalha condenamos este novo ataque às nossas liberdades e chamamos à solidariedade activa com as companheiras perseguidas.
Nom estades sós!

magusto picheleiro

12 de Novembro de 2019

magusto

Chega umha nova ediçom do magusto picheleiro!
Este ano contaremos com um obradoiro de decoraçom com cabaças, em colaboraçom com a escola Semente, e outro de elaboraçom de doces de outono.
Contaremos também com as atuaçons do duo Caamaño-Ameixeiras e de Som da Gentalha, o grupo de música tradicional do Pichel.
Haverá castanhas, e algumha cousa mais para petiscar!

Eis o programa:
- 17h00 Obradoiro de cabaças com Semente Compostela.
- 19h00 Obradoiro de sobremesas de outono (inscriçons em cursos@gentalha.org até o 13/11 ás 00h00)
- A partir das 21h00 ceia e magusto.
- 22h00 Caamaño-Ameixeiras.
- 23h00 Som da Gentalha. Grupo instrumental do Pichel.
- Ao acabar… Foliada aberta!

6 de Novembro de 2019

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Bota a andar a exposiçom de cartazes ‘Galiza nom esquece’ polos centros socioculturais do concelho. Já está instalada na Lavacolha e depois seguirá polo Romanho, Ámio, Grácia, Vilhestro ou Cornes. Podes pedir a exposiçom para o teu centro social, bar, loja… no mail gentalha@gentalha.org

Desde ha mais de umha década, durante a nutritiva vida organizativa da comissom de história da Gentalha do Pichel, temos trabalhado e investigado com tenacidade para producir a série de cartazes que hoje podes desfrutar convertidos em exposiçom. Em algum momento, o conjunto de ativistas que conformamos esta comissom, começamos a projetar a ideia de acrescentar umha nova linha de investigaçom. Levavamos tempo focando a nossa atençom nas heroicidades do nosso povo encarnadas nas pessoas que hoje figuram nesta exposiçom, mas era hora já de atender aos assassinos, censores, juices, polícias e fascistas de toda calanha que perpetrarom a terrivel repressom franquista.
Sabemos estudando estes nomes e, principalmente, estes apelidos vamos verificar umha inquietante continuidade das élites que padecemos.
Inciamos a série com Tomás Muñiz de Pablos. Pensamos que, precismente em Compostela, seria interesante começar pola ierarquia eclesial… e ele tem suficientes méritos para esta escura “honra”. Tras o senhor Arcebispo chegaram novos cartazes que já estam em preparaçom.

O que som e por que funcionam as vacinas?

1 de Novembro de 2019

O que som e por que funcionam as vacinas? Um novo texto da Comissom de Cultura Científica!
O QUE SOM AS VACINAS E POR QUE FUNCIONAM?

1. O QUE É O SISTEMA INMUNE?
É o conjunto de células e moléculas responsáveis da defesa do nosso corpo face a agentes externos como bactérias, vírus ou outros microorganismos.

2. COMO FUNCIONA?
Quando um microorganismo penetra no nosso corpo por umha ferida da pele, o ar, alimentos ou o contato com pessoas infectadas, é reconhecido polas células do sistema imune e por umhas moléculas denominadas “anticorpos”. A primeira vez que um patógeno entra no nosso corpo, o sistema inmune precisa de um tempo (1-2 semanas) para preparar a resposta defensiva de aí que naquelas doenças altamente virulentas, a resposta pode nom chegar a tempo.
O nosso sistema inmune conta com umha “memória” e num segundo contacto com o mesmo patógeno, é capaz de reagir de forma muito mais rápida e eficaz, de jeito que nem sequer percebemos sintomas. Eis onde entra o papel das vacinas.

3.- O QUE É UMHA VACINA?
A vacina é um preparado elaborado com formas inócuas dum determinado tipo de microorganismo, componentes do mesmo ou incluso derivados sintéticos. Por exemplo, a vacina contra o sarampo, porta formas inócuas do vírus causante de dita doença.

4. COMO FUNCIONAM?
A vacina “engana” ao nosso sistema imune que desconhece que está ante microorganismos atenuados e pom-se maos à obra como se dumha ameaça real se tratasse. Fabricam entom milhares de anticorpos para eliminar o agente invasor e umhas células de memória que ficam no nosso organismo para sempre.
Estas células de memória som mui importantes pois permitem que nos posteriores contactos com o patógeno, já tenhamos o nosso exército defensivo totalmente preparado para neutralizar o inimigo sem apenas inteirar-nos.

5. TENHEM EFEITOS SECUNDÁRIOS?
A maioria de efeitos secundários som leves e transitórios devidos à própria vacina, aos conservantes do preparado ou incluso a antibióticos que às vezes se incluem para evitar a contaminaçom do preparado. Os mais frequentes som a febre (comum por exemplo na triple vírica polos vírus atenuados) ou reaçons locais (como dor ou rubor).
E nom, nunca se conseguiu demonstrar a relaçom entre as vacinas e o autismo, a esclerose múltipla ou a síndrome de morte súbita em lactantes. Porém, estas tangas seguem a circular pola internet de forma muito irresponsável.
6. SOM REALMENTE EFICAZES?
Os dados mostram que as vacinas som a forma mais eficaz de previr doenças infeciosas. O descubrimento das vacinas e a posta em andamento de campanhas de vacinaçom a nível mundial permitiu a erradicaçom de doenças como a varíola (declarava-se mundialmente erradicada em 1980) ou a reduçom na Galiza do sarampo e difteria num 95%.

7. ENTOM POR QUE HÁ PESSOAS CONTRA AS VACINAS?
O rechaço às vacinas nom é novo mas os meios de comunicaçom e redes sociais estám a amplificá-lo. As causas de rechaço à vacinaçom divergem entre questons religiosas / filosóficas, questionamento da sua eficácia, medo aos efetos secundários e crítica ao monopólio da indústria farmacéutica. Curiosamente um dos argumentos mais esgrimidos para o rechaço da vacinaçom é o facto de estas terem já conseguido a erradicaçom de certas doenças tornando-se innecessário polo tanto inmunizar-nos. Mas é isso certo?

7. JÁ NOM SOM PRECISAS AS VACINAS?
As vacinas som responsáveis dumha imunidade individual mas também dumha imunidade grupal que só se consegue com umha cobertura total de vacinaçom. Por que?
As vacinas impedem que os patógenos nos gerem doenças mas nom impedem que os mesmos se transmitam no meio e infectem outras pessoas ou animais. Por isso, qualquer pessoa que nom foi vacinada e se pom em contato com o patógeno, poderá sofrer a doença. Aliás, algumhas doenças infecciosas som tratadas com antibióticos que, por sua vez, se saldam com um aumento da resistência dos microorganismos aos mesmos debilitando assim a nossa capacidade defensiva.
Doenças próximas a serem erradicadas como o sarampo, estám a recuperar a sua capacidade infecciosa e virulência precisamente pola crescente negativa à vacinaçom.
Só para lembrarmos: 500 milhons de pessoas falecerom no século XX pola varíola, doença hoje erradicada.

8. PODO-ME VACINAR E SER ANTICAPITALISTA?
Nom se pode negar que o motor de qualquer sociedade organizada sob o sistema capitalista é tirar lucro económico e, como tal, a indústria farmacéutica que produz as vacinas nom é alheia a tal fim. Porém, nom é menos certo que governos socialistas como o cubano, investem enormes esforços em desenhar novas vacinas que de jeito gratuíto se suministram ao conjunto do povo para melhorar a saúde comunitária. Doutra parte, nom está de mais lembrar como agentes opostos às vacinas, nom mostram qualquer escrúpulo em tirar lucro económico pola venda de “remédios” cuja efetividade é mais que questionável.

NOM TORNEMOS AO PASSADO! VACINA-TE!

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Análise da Gentalha do Pichel em chave de género

31 de Outubro de 2019

Da Gentalha do Pichel estamos a analisar dinámicas internas em chave de género para termos um ponto de partida com o objectivo de melhorar e ser um coletivo mais inclusivo e… feminista! Para isso, precisamos a vossa colaboraçom para termos umha visom com maior perspetiva.

Se és umha pessoa sócia:
recibirás no teu correio umha enquisa

Se vés polo Pichel a algum curso, palestra, concerto…

https://forms.gle/4FXn7aQ9mvyKJDVo9

Obrigadas!Nuevo Presentación de Microsoft Office PowerPoint

comissons de trabalho da gentalha

16 de Outubro de 2019

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Fai-lhe caso a Carvalho Calero! A semana que vem pomos a andar as nossas comissons de trabalho, e aguardamos a tua participaçom!

As segundas feiras reune-se às 19h00 a comissom de Cultura.
As quartas às 17h00 a comissom de História e às 20h00 a comissom de Local.
As quintas feiras às 17h30 a comissom de Língua e às 20h00 a de Meio Natural.
Além destas, este ano começa a funcionar a comissom de Cultura Científica, e a primeira reuniom será esta sexta feira 25 de outubro.
Também começará a funcionar a comissom contra a Turistificaçom, ainda pendente de data de começo (se estás interessada em participar, podes pôr-te em contacto connosco no mail gentalha@gentalha.org).

De verdade que vas ficar na casa?!

Cursos do Pichel 19/20.

3 de Setembro de 2019

CURSOS DO PICHEL 19/20

A associaçom cultural a Gentalha do Pichel é um projeto autogerido que se sustenta a partir do trabalho, ativismo e achegas económicas das pessoas associadas. Os cursos, além de serem um espaço de convívio e aprendizagem, som umha ajuda económica para manter o centro social, por isto pedimos o teu compromisso à hora de fazer o pagamento no início de cada mês.

Sem matrícula. Depósito dumha mensalidade a maiores a começo do curso que será devolta no caso de avisar com um mês de antecedência da baixa do curso. O pessoal que fique até o fim do curso nom terá que pagar o último mês graças a este depósito.

Preço por mês. Desconto de 2€ no preço do curso para pessoas associadas, desempregadas (deve acreditar-se) ou que frequentem mais dum curso.

Mínimo de inscriçons para um curso começar: 3/4pessoas.

Com inscriçom prévia em cursos@gentalha.org

Dúvidas e esclarecimentos em cursos@gentalha.org ou no 698142936 (de 19h a 22h)

 

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CURSOS REGULARES

 

DE MANHÁ

  •  Canto e Pandeireta.

- Avanzado I. Segundas-feiras de 11h15 a 12h15. Começo 7 de Outubro. Preço 17€

- Intermédio. Segundas-feiras de 12h30 a 13h30. Começo 7 de Outubro. Preço 17€

As aulas de pandeireta e canto virám da mao de Carme Iglesias, integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. De Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!

 

  • Iniciaçom à dança tradicional.

Quintas-feiras de 12h30 a 13h30. Começo 3 de Outubro. Preço 16€. Número mínimo de participantes: 6 pessoas.

Estas aulas estam pensadas para todas aquelas pessoas que desejam entrar a bailar nas foliadas, seráns, ruadas e demais festas populares. Vamos aproximar-nos ao básico da dança tradicional, com a olhada popular e de gênero, explorando a criatividade, espontaneidade e recursos de cada uma. A encarregada será Claudia Fidalgo, uma moça da Canhiça nascida na Bahia, que começou a dançar de pequena, passou por agrupaçons da cidade, e a dia de hoje segue aprendendo com mestras de todo o país.

 

  • Dança tradicional para quem sabe um chisco.

Quintas -feiras de 11h15 a 12h15. Começo 3 de Outubro. Preço 16€. Número mínimo de participantes: 6 pessoas.

Se passaste por iniciaçom e queres continuar a aprender pontos para divertir-te nas foliadas este é o teu curso. Será com Fuensanta Nieto, vizinha de Compostela, que bailou em diferentes agrupaçons folclóricas da comarca. Também fijo algum trabalho de campo por diferentes lugares da Galiza para aprender, de primeira mao, as diferentes maneiras de bailar dos e das nossas velhas.

 

  • Iniciaçom à gaita.

Terças -feiras de 11h a 12h. Começo 1 de Outubro. Preço 20€.

Este curso centrará-se em adquirir as destrezas básicas do instrumento, assi como noçoms mínimas de solfejo e ouvido, e posta em comum dum repertório singelo. A professora será Andrea Pérez, saxofonista e gaiteira iniciada na música tradicional em Santiago de Compostela, recebendo formaçom de gaita com David Canto e Pablo Dalama e estudando saxofom no conservatório professional. Exmembro do grupo folk Sessión Vermú como saxofonista e gaiteira, actualmente forma parte de agrupaçoms como Brassica Rapa ou Biribirlocke, e tem colaborado com a Pablo Castanho-Marcos Pin Jazz Orchestra.

 

À TARDE

  • Dança tradicional para quem nom sabe nada (Iniciaçom)

Quartas-feiras de 19h a 20h OU de 20h a 21h (ofrecemos duas quendas distintas para iniciar-vos).  Começo 2 de Outubro. Preço 16€.

Ensinada por Chus Caramés, que há décadas que anda no baile galego. Começa de mui novinha na agrupaçom folclórica da sua terra natal e a dia de hoje continua aprendendo da man das nosas pessoas velhas e em festas e foliadas. Além de bailadora e pandeireteira, é a organizadora dum evento muito importante para a música tradicional do país, “os Encontros de Música Tradicional de Carvoeiro”.

 

  • Dança tradicional para quem sabe um chisquichinho (Intermédio I)

Terça-feiras de 19h a 20h. Começo 1 de Outubro. Preço 16€

Se já foste um aninho a dança ou há tempo que deixaste de bailar e apenas lembras o básico, este é o teu curso! Aqui afiançarás o aprendido e darás umha volta para continuares a desfrutar das festas e foliadas. Quem te ajudará é umha rapariga que sabe disso. Carme Campo aprendeu os primeiros pontos no Porrinho, aperfeiçoou-nos num grupo de Compostela e agora mantém-se aprendendo no dia a dia, em seráns e festivais de música tradicional.

 

  • Dança tradicional para quem sabe um chisquinho (Intermédio II)

Terça-feiras de 20h a 21h. Começo 1 de Outubro. Preço 16€

Se tes dominados os movimentos mais básicos e queres afondar um chisco mais e de jeito mais rápido nos movementos da dança que adoitam sair nas festas e foliadas, e se tes vontade de aprender a complicá-los um chisco mais, prova neste curso! Quem te ajudará é umha rapariga que sabe disso. Carme Campo.

 

  • Dança tradicional para quem sabe um chisco (Pre-aperfeiçoamento)

Quintas-feiras de 19h15 a 20h15. Começo 3 de Outubro. Preço 16€

Depois de afondar de jeito mais rápido nos movementos da dança que adoitam sair nas festas e foliadas, aprenderemos mais movimentos aplicando técnica, complicaremo-los vendo passos mais peculiares de diferentes zonas da Galiza e criaremos os nossos próprios passos baseando-nos nesses movimentos que levamos aprendidos desde que começamos a bailar. A mestra será Carme Campo.

 

  • Dança tradicional para quem sabe um chisco mais (Aperfeiçoamento)

Segundas-feiras de 22h a 23h. Começo 7 de Outubro. Preço 16€

Com Fuensanta Nieto aprenderemos alguns bailes de diferentes zonas para podermos continuar a participar ativamente em festas e foliadas, além de aperfeiçoar as técnicas do baile que já temos aprendidas doutros anos.

 

  • Iniciaçom à gaita.

Quintas-ferias de 17h a 18h. Começo 3 de Outubro. Preço 20€. 

Este curso centrará-se em adquirir as destrezas básicas do instrumento, assi como noçoms mínimas de solfejo e ouvido, e posta em comum dum repertório singelo. A professora será Andrea Pérez, saxofonista e gaiteira iniciada na música tradicional em Santiago de Compostela, recebendo formaçom de gaita com David Canto e Pablo Dalama e estudando saxofom no conservatório professional. Exmembro do grupo folk Sessión Vermú como saxofonista e gaiteira, actualmente forma parte de agrupaçoms como Brassica Rapa ou Biribirlocke, e tem colaborado com a Pablo Castanho-Marcos Pin Jazz Orchestra.

 

  •  Gaita, Requinta e Percussom (Tamboril e bombo).

Aperfeiçoamento: Segundas-feiras, 19h00 a 20h00. Começo 7 de Outubro. Preço 20€.

Este curso destinara-se ao aprendizagem dum repertório comum e arranjado para a interpretaçom em distintos formatos de agrupaçom.

David Canto, gaiteiro iniciado na música tradicional na comarca da Marinha, para depois receber formaçom em gaita, percussom e requinta e flautas travessas em aCentral Folque e no Conservatório, do que possui o Grao Professional em Gaita Galega.

 

  • Acordeom diatónico e piano. biblio

Quintas-feiras de 17h a 19h.  As aulas seram de 1 hora a escolher por cada aluna/o neste horário (ou de 17h a 18h, ou de 18h a 19h). Começo 3 de outubro. Preço 22€.

Neste curso explicaram-se diversos elementos de técnica interpretativa e daram-se exercícios  práticos  adaptados ao nível e evoluçom de cada aluno/a. O repertório impartido centrará-se, fundamentalmente, em peças tradicionais galegas, fazendo ênfase nas próprias do acordeom e do canto, ainda que também se incluiram peças tradicionais doutras partes do mundo. A falta de instrumento ou de conhecimento musical nom é um
impedimento para a assistência às aulas.

O professor será Alberte Núñez Martínez quem se iniciou no mundo do acordeom da mao de Brais Maceiras depois de ter estudado piano no Conservatório Profissional de Música da Corunha. Assistiu a diversos encontros e cursinhos ofertados por grandes acordeonistas como Pedro Pascual, Cati Plana ou Xuan Nel Expósito. Toca nos grupos Sessión Vermú, Dúbida Duo e Os Viqueiras, e colaborou com Tiruleque ou os Tres Trebóns. Atualmente dá aulas de acordeom em diversas associaçons e intervêm em homenagens e concertos didáticos sobre o instrumento.

 

  • Canto e Pandeireta.

Avançado II: segundas-feiras de 19h45 a 20h45. Começo 7 de Outubro. Preço 17€

Iniciaçom: segundas-feiras de 21h a 22h. Começo 7 de Outubro. Preço 17€

As aulas de pandeireta e canto virám da mao de Carme Iglesias, integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. Desde Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!

 

  • Pandeireta Iniciaçom.

Segundas-feiras. Iniciaçom de 18h30 a 19h30. Começo 14 de outubro. Preço 17€.

Nas aulas aprenderemos a tocar os ritmos básicos da música tradicional galega, centrando-nos na técnica e no acompanhamento a outros instrumentos. Aitana Cuétara, a professora, está acompanhada pola música tradicional desde 1997. Começou sob a direçom do mestre Lolete, primeiro como gaiteira e logo já como percussionista, passando depois por outras agrupaçons e formando-se com diferentes músicos. Desde há quinze anos leciona aulas regulares e cursos intensivos na Galiza e fóra.

 

  •  Guitarra.

Nível I: quartas-feiras de 18h a 19h.  Nível II de 19h a 20h.  Começo 2 de outubro. Preço: 25€.

Som ideais quer para gente que começa do zero, quer para quem já tem um nível intermédio. Nelas, trabalharam-se harmonia e técnica de forma conjunta, a un nível mui básico. A ideia é fazer aulas engraçadas onde a criatividade e a improvisaçom tenham um papel importante. Tocaram-se temas de diversos estilos (blues, rock, country, reggae, funk). O professor será Benjamín Vázquez, professor em educaçom musical e atual guitarrista de The Lákazans.

 

  • Teatro

Terças-feiras de 21h15 a 23h15. Começo 1 de outubro. Preço por confirmar. Mínimo 12 pessoas.

Neste obradoiro pretendemos investigar, através dos vários níveis de expressom que oferece o Teatro, o interior e o arredor de cada pessoa que conforme o grupo, assim como a interacçom do mesmo grupo, concluindo com umha representaçom cénica.
Trabalharemos basicamente cinco vertentes: a expressom (oral e corporal), a imaginaçom e a criatividade, a comunicaçom, o autoconhecimento e a abordagem cultural. Salientar o carácter lúdico e de dinamizaçom social que implica a prática teatral.
Zé Paredes, o professor, é ator e diretor de cena dedica-se à atividade profissional do teatro desde o ano 1996. Iniciou a sua formaçom no Porto, no Ballet-Teatro Escola Profissional. Em 2001 estabelece a sua relaçom com o teatro galego, através dumha coproduçom entre o Teatro do Noroeste, a Companhia de Teatro de Braga e o Centro Dramático Galego. Vive na Galiza desde 2002, tendo sido coordenador da Aula de Teatro da Universidade da Corunha e junto com Mónica Camaño cria o projeto Teatro Nu.

 

  • The Flea Market.   Grupos: 8-10 persoas máx. 

Iniciaçom: terças-feiras de 19h30 a 20h30. Começo no 1 de Outubro. Preço por mês: 25€

Intermédio: terças-ferias de 20h30 a 21h30. Começo no 1 de Outubro. Preço por mês: 25€

No Nível de Iniciaçom aprenderemos, ou si é o caso, melhoraremos estruturas gramaticais básicas e necessárias para forjar umha boa base que nos permita comunicar-nos “sem surpresas e maus entendidos” (que passa muito…)

No Intermédio reforçaremos aqueles contidos “que nom se tenham claros” e faremos pequenos percorridos por alguns costumes e tradiçons dos países anglo-saxons.

Em ambos dous níveis, vamos jogar e falar polos cotovelos! Lembrai que podeis fazer os dous níveis sem problema. Este ano falamos inglês, by hook or by crook!!

Sonia Lombardero é professora de inglês, licenciada pola USC. Conta com numerosos cursos relacionados com o ensino do inglês, como o Curso de Aptitude Pedagóxica (actual Máster en Educaçom Secundaria) ou o de Formaçom para Professorado do Instituto Cervantes entre outros. Tem umha ampla experiência no âmbito educativo.

 

  • Francês básico para viajar.

Quintas-feiras de 19h a 20h. Começo no 3 de Outubro. Preço: 20€.

Curso de iniciaçom ao francês com conceptos básicos para comunicar-se em língua francesa. O curso adaptará-se à evoluçom e interesses do grupo sem perder o objetivo prático de poder manter umha conversa direta e singela.

  • Francês para falar um chisco mais.

Quintas-feiras de 20h a 21h. Começo no 3 de Outubro. Preço: 20€.

Para quem já sabe pedir o croissant e o pain au chocolat, este é seu curso!  Nele tentaremos dar um petit pas para falar mais e com maior fluidez.

Ambos cursos viram da mam de Maritxinha, minhense afincada em Compostela que estivo a viver durante anos em Bruxelas, e que compagina as aulas de francês com a música em diferentes grupos como baixista.

 

MONOGRÁFICOS a partir de Outubro:

  • Laboratório de movimento.

Segundas-Feiras de 20h a 21h15. Começo no 7 de Outubro. Duraçom de 3 meses. Preço por mês: 15€.

Um espaço para a experimentaçom, prática e reflexom do movimento e a voz. Trabalharemos com a dança em interaçom com outras práticas de trabalho corporal. Descobriremos as qualidades de movimento indagando na profundidade de cada umha de nós mas também em relaçom com as demais a través do jogo, da escuita e dos cuidados.
Elsa Pereira 1983 – Elsa Pereira Rodríguez 2018, muitas mudanças e algum baile. Remexo e investigo no movimento, o que nos impulsa a erguer a cabeça, subir os ombreiros, caminhar amodinho ou sair correndo. Formo-me em dança contemporânea e exploro sobre dança Butoh, teatro e clown. Assisto a obradoiros e seminários de diferentes técnicas e experimento com os meus e com os outros movimentos porque compartimos espaços, observamo-nos e somos observadxs.

 

  • Arqueologia feminista: (des)enterrando mitos.

 Sextas feiras de Outubro (4, 11, 18 e 25) de 18h a 19h. Preço total de 20€.

Quem modelou a Venus de Willendorf? Por que se chama assi? Houvo matriarcado na Creta pre-helénica? Havia divissom de tarefas na cultura castrexa? Por que há tanto interesse no passado épico e nom tanto no passado doméstico? E sobretudo… por que seguimos relatando o passado como o figeram os arqueólogos do século XIX? Saca o teu monóculo decimonónico e bota-lhe umha olhada feminista à arqueologia tradicional, (des)enterrando os mitos que sempre nos contarom.

A professora será Julia Marín Ramírez, artesana e restauradora feminista, cursando estudos de doutoramento en arqueologia e vencelhada ao âmbito dos bens culturais por multidom de caminhos.

 

  • Iniciaçom ao retoque digital e fluxo de trabalho em fotografia. 

Sábado 26 de Outubro de 10h a 13h. Preço total de 15€.

Neste monográfico veremos a optimizaçom de toma. Revelado de arquivos RAW. HDR. Retoque orientado a diferentes disciplinas: produto, retrato, ou paisagem entre outras. Preparaçom de arquivos de saída para impressom e web.

O professor será Alberte Peiteavel. Fotógrafo freelance.

 

 

 

A GENTALHA DO PICHEL POLA CULTURA CIENTÍFICA

2 de Setembro de 2019

A Gentalha do Pichel é um projeto cultural ao serviço dos interesses do povo galego que, durante mais de quinze anos conseguiu manter em ativo diversas comissons de trabalho dirigidas a construir um país no que a preservaçom da língua, das tradiçons, do património histórico, do meio natural… se complementem coa necessária contextualizaçom e adaptaçom às novas necessidades, evitando assim cair numha conceçom monolítica e anacrónica da cultura.
Guiadas polo compromisso com umha cultura popular, rica e que sirva para construir e socializar o conhecimento, a Gentalha tem refletido sobre a vulnerabilidade da sociedade ante perigosos fenómenos como o auge das pseudociências que aproveitam a escassa alfabetizaçom científica para vender produtos e práticas terapêuticas fraudulentas. Olhamos com preocupaçom, como as autodenominadas “terapias alternativas” que questionavam o método científico conduzírom da “inofensiva” adscriçom individual a posturas com consequências sociais muito mais graves como o som a negativa à vacinaçom.
Mas esta é só a ponta do iceberg. Sob as consequências sanitárias mais evidentes, subjaze umha crise ideológica com implicaçons políticas, educativas, económicas e filosóficas mais que evidentes. Por enquanto, boa parte da esquerda permanece desarmada ideologicamente, ancorada numha foto fixa e parcial da realidade que cada vez se empenha em fragmentar mais quando nom abraçada diretamente à mística e religiosidade New Age para dar explicaçom à sua incapacidade política.
Entre as causas do auge destas novas conceçons anticientíficas identificamos vários factores:
De umha banda, as novas terapias “alternativas”, agriculturas sustentadas em crenças, psicologias “divergentes”, conspiraçons científicas de todo tipo e vendedores de produtos milagreiros som convenientemente críticas com o “status quo” das suas respectivas áreas, embora estejam igualmente assentadas no mercado.
Além disso, a assunçom deste discurso anticientífico por parte da populaçom, e em especial por algum ativismo de esquerda, é a dependência de grande parte da investigaçom científica de fundos privados, com interesses a miúdo contrapostos aos da maioria social. Um exemplo é o do intrusismo empresarial nas Universidades que em nom poucas ocasions impede dirigir as investigaçons em sentido contrário do lucro.
Temos também umha divulgaçom científica escassa e frequentemente altiva, masculinizada e arrogante que nom fai mais que acrescentar a fratura entre o saber científico e o nom saber.
Para complicar a equaçom, nom sobra descrever a muitas das pessoas que conformam o autodenominado movimento “céptico” como alinhadas com o mais cru neoliberalismo impedindo a implementaçom de saudáveis atitudes de análise científica no ámbito dos movimentos sociais.
E aqui estamos nós, padecendo a gravidade destes dous mundos falsamente contraditórios mas igualmente afetados polo maior e mais agressivo dos inimigos do conhecimento científico: o mercado.
Mas nom todo está dito. Acreditamos em que a cultura científica nom pode ser um privilégio de umha minoria social, mas um bem comunitário a proteger e desenvolver. Negando-nos esta formaçom fam-nos mais débeis e dependentes. A maneira de conhecer ligada à ciência implica questionar permanentemente as nossas hipóteses e estar dispostas a rejeitá-las quando se demonstrarem erradas. Mas também questionar aquelas que se erigem como a verdade absoluta e se declaram isentas de serem analisadas pola razom e a experiência. A cultura científica é o contrário do dogmatismo, umha ferramenta para avançar da que nom nos queremos desprender.
Por todo isto, a Gentalha do Pichel reunida em assembleia geral, decidiu dar um passo mais na construçom da cultura popular, incorporando a divulgaçom da ciência ao nosso trabalho mediante a criaçom da Comissom de Cultura científica.
Sabemos que é um enorme repto, que o trabalho divulgativo requirirá de tomar postura em debates fortemente polarizados implicando riscos, mas também acreditamos em que esta nova andaina enriquecerá o nosso projeto cultural e contribuirá a fazermos ciência polo povo e para o povo.
Contamos contigo?

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Universidade Popular de Verao 2019

30 de Junho de 2019

Mais um verao chega a Universidade Popular! Fuxe de ferimentos nas praias massificadas e vem, do 15 ao 19 de Julho, o centro social O Pichel, pois encherá-se de gente a partilhar saberes e experiências. Se queres participar em cursos de ecologia, género, línguas, gastronomia, dança, tecnologia, música, etc, tens de inscrever-te no mail cursos@gentalha.org até as 16h do dia anterior ao curso.

Preço por curso: 3€ (3’5€ nom sócia)* Abono todos os cursos: 8€ (10€ nom sócias)

* Há cursos com custes adicionáis indicados na descriçom do curso.

LEMBRA: INSCRIÇOM OBRIGATÓRIA em cursos@gentalha.org até as 16h do dia anterior ao curso.

 Embaixo tes os graus mais o calendário dos cursos com a informaçom de cada um. Bota umha olhada e inscreve-te!

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ESPECIALIZA-TE NOS GRAUS:

 COM O MOVIMENTO

  • Traço o passo. Curso para crianças com adultxs. Marta Otero + OÎMA. 2ª-Feira 15, de 18h a 19h30.
  • Se nom é vero, é bem trovato: Histórias e verdade em Compostela, umha relaçom complicada. Andre Seoane. 2ª-Feira 15,  ás 19h.
  • Baile com castanholas. Fuen Nieto. 2ª-Feira 15, de 21h a 22h.
  • Bal folk. Iniciaçom a algumhas danças tradicionais europeias. Lorena Toimil e Eva Diago. 3ª-Feira 16, de 19h a 20h.
  • Carvalhesa, carvalhesa, quem a soubera bailar! Claudia Fidalgo. 3ª-Feira 16, de 20h30 a 21h30.
  • Entra no baile a bailar(e). Iniciaçom às foliadas. Chus Caramés. 4ª-Feira 17, de 19h30 a 20h30.
  • Roteiro naturalista polas ribeiras do Sar. João Aveledo. 4ª-Feira 17, de  20h30 a 22h30.
  • Aula de Ioga. Marta del Río. 5ª-Feira 18, de 17h a 18h30.
  • Laboratório de bailes malandros. Colectivo Malandro. 5ª-Feira 18, de 19h15 a 20h45.
  • Danças e bailes populares tradicionais de Cuba. Marcos Pombo. 6ª-Feira 19, de 19h a 20h30.

COM SENTIDINHO

  • Projeto rios no Sarela. Paco Bañobre. 2ª-Feira 15, de 10h30 a 13h30. Saída desde o Muinho do Lermo.
  • Lar eco-Limpo. Vero Torrijos . 2ª-Feira 15, de 19h30 a 21h.
  • O gênero dos espaços em que vivemos. Hilda Cuba. 2ª-Feira 15, de 21h15 a 22h15.
  • Independência econômica para a gente. Conchi Mogo. 3ª-Feira 16, de 19h a 20h.
  • Arqueologia feminista: (des)enterrando mitos. Julia Marín Ramírez. 3ª-Feira 16, de 20h15 a 21h15.
  • Decrescimento e Economia Circular – Ideias, experiências e ferramentas para sobreviver no Antropoceno. Ena Barbazán.  3ª-Feira 16, de 21h30 a 22h30.
  • Cuidados e autocuidados nos movimentos sociais. Leticia Castro e Pilar Canosa. 4ª-Feira 17, de 20h45 a 22h15.
  • Ciclo menstrual: além da “regra”. Mónica G. Devesa. 5ª-Feira 18, de 18h30 a 20h.
  • Delírios do turismo em Compostela. Iago Lestegás e Hilda Cuba. . 5ª-Feira 18, de 20h30 a 22h. Saída desde O Pichel.
  • Que fazer para reclamar os direitos laborais das trabalhadoras por conta alheia? Receitas básicas.   Sandra Garrido . 6ª-Feira 19, de 18h a 19h.

COM MÚSICA

  • ‘Zaz et la légende du colibri’ ou ‘Zaz e a lenda do colibri’. Maritxinha. 2ª-Feira 15, de 19h a 20h.
  • Manual de supervivencia na produçom de festivais autogestionados. Fran Sanz. 4ª-Feira 17, de 18h a 19h.
  • Auto-management para músic@s principiantes. Aitana Cuétara. 4ª-Feira 17, de 19h a 20h30.
  • De latas e latons. Carme Iglesias. 4ª-Feira 17, de 18h30 a 19h30.
  • Gaita de beiços: Harmônica express: sopro-aspiro. Ariel Ninas. 4ª-Feira 17, de 20h30 a 21h30.
  • Viagem por Harmonia. Xoán Porto “Guancho”. 5ª-Feira 18, de 20h15 a 21h45.

 COM FERRAMENTAS

  • Assalto à cana. David Canto. 3ª-Feira 16, de 17h a 18h30.
  • Fazer um cartaz jeitoso sabendo pouquinho. Marcos Lopes.  3ª-Feira 16, de 21h30 a 23h.
  • Bordados empoderantes. Marta R Bóo. 4ª-Feira 17, de 19h30 a 21h.
  • Curso iniciaçom à ediçom digital de fotografia. Alberte Peiteável. 5ª-Feira 18, de 21h a 22h30.

 COM GOSTO

  • Quem guarda, sempre tem! Laura Picado. 2ª-Feira 15, de 18h a 19h15.
  • Obradoiro de elaboraçom de seitam. Raquel Castellanos. 5ª-Feira 18, de 19h a 20h30.

COM CIENCIA

  • Elemental querido Schrödinger. Cibrán Santamarina. 2ª-Feira 15, de 20h a 21h.

 

 CALENDÁRIO + DESCRIÇOM DE CADA CURSO.

 2ª-FEIRA, 15 DE JULHO:

  • Projeto rios no Sarela. Paco Bañobre. De 10h30 a 13h30. Saída desde o Muinho do Lermo.

Roterio polo rio Sarela para inspecioná-lo e conhecer a metodologia de trabalho do “Proxecto Ríos”. Recolheremos invertebrados para determinar a qualidade ecológica do médio aquático.

  • Quem guarda, sempre tem! Laura Picado. De 18h a 19h15. 

Aprende a fazer conservas vegetais no Pichel e leva para casa o teu frasco de encurtido. Tes de trazer um frasco de conserva com a tampa em perfeitas condiçons e com as verduras que queiras encurtar (tomatinhos, cogombro, beterraba…)

  • Traço o passo. Curso para crianças com adultxs. Marta Otero + OÎMA. De 18h a 19h30. 

Pintura? Música? Dança? Este será um obradoiro para explorar o movimento e o traço a través da música das Oîma.
O preço por criança é de 2€.

Máximo 8 adultxs e 8 crianças.

  • ‘Zaz et la légende du colibri’ ou ‘Zaz e a lenda do colibri’. Maritxinha. De 19h a 20h. 

Falemos de Zaz, da sua vida, da sua música e do que fai por (re)construir o mundo onde vivemos, falemos! Falemos em francês partindo dum nível básico e adaptando-nos a cada nível.

  • Se nom é vero, é bem trovato: Histórias e verdade em Compostela, umha relaçom complicada. Andre Seoane. Ás 19h. Punto de encontro no Pichel.

Um passeio por algumhas das histórias mais conhecidas da nossa cidade que nalgum momento passaram por certas. Umha forma lúdica de conhecer um bocadinho mais da nossa história e refletir sobre como a verdade é um conceito mais relativo do que pensamos.

  • Lar eco-Limpo. Vero Torrijos. De 19h30 a 21h. 

Reciclaremos o azeite usado das frituras para fazermos sabom e também prepararemos limpador multiusos sem  tóxicos.

Tés de trazer: 50 cl de azeite usado e 1/2€ para partilhar o custo do azeite essencial que usaremos como fragrância.

  • Elemental querido Schrödinger. Cibrán Santamarina. De 20h a 21h. 

Este curso pretende introduzir conceptos de física quântica para quem nom entende fazendo algum experimento “in situ”. A charla inclui também notas históricas, particularmente a presença de Erwin Schrödinger, quem formulou a famosa equaçom que leva o seu nome, em Santiago em 1934 na que foi a primeira visita dum premio Nobel a Galiza.

  • O gênero dos espaços em que vivemos. Hilda Cuba. De 21h15 a 22h15. 

Conversa sobre a arquitetura e urbanismo desde umha perspectiva de gênero interseccional. Como som as nossas casas e cidades e que jerarquias reproduzem?

  • Baile com castanholas. Fuen Nieto. De 21h a 22h. 

Bailaremos uns puntos do concelho das Nogais que acompanharemos de castanholas.

Necessário ter, como mínimo, nível intermédio em baile e trazer castanholas.

 

3ª-FEIRA, 16 DE JULHO:

  • Assalto à cana. David Canto. De 17h a 18h30. 

Atacaremos e foçaremos nas partes afináveis da gaita para  afinar e deixá-la ao nosso gosto.

Necessário trazer instrumento com a palheta e palhom que usedes atualmente e algumha velha para manipular sem medo.

 

  • Bal folk. Iniciaçom a algumhas danças tradicionais europeias. Lorena Toimil e Eva Diago. De 19h a 20h.

Obradoiro de iniciaçom a dous bailes agarrados da Europa: a mazurca e o valse de cinco tempo.

  • Independência econômica para a gente. Conchi Mogo. De 19h a 20h. 

Levar as contas nom é doado mas só precisamos ter umhas chaves e conceitos claros para fazermo-nos totalmente autónomas para levas as nosas contas. Os contidos iniciais seram: como iniciar umha atividade econômica e como fazer a declaraçom da renda.

Necessário inscrever-se antes do sábado 13 para poder ajustar os contidos com as tuas necessidades. Receberás um enquérito a perguntar que precisas aprender.

  • Arqueologia feminista: (des)enterrando mitos. Julia Marín Ramírez. De 20h15 a 21h15. 

Quem modelou a Venus de Willendorf? Por que se chama assi? Houvo matriarcado na Creta pre-helénica? Havia divissom de tarefas na cultura castrexa? Por que há tanto interesse no passado épico e nom tanto no passado doméstico? E sobretudo… por que seguimos relatando o passado como o figeram os arqueólogos do século XIX? Saca o teu monóculo decimonónico e bota-lhe umha olhada feminista à arqueologia tradicional, (des)enterrando os mitos que sempre nos contarom.

  • Carvalhesa, carvalhesa, quem a soubera bailar! Claudia Fidalgo. De 20h30 a 21h30.

Introduçom á carvalhesa. Aprenderemos os movimentos básicos deste baile para carvalhesear com jeito nas foliadas! Vinde mover a roda! É preciso ter, como mínimo, um nível intermédio de baile.

  • Fazer um cartaz jeitoso sabendo pouquinho. Marcos Lopes.  De 21h30 a 23h.

Nom sabes nada de diagramaçom mas queres aprender o básico? Neste curso sairás sabendo como tratar umha fotografia para que resulte mais atractiva e a desenhar um cartaz para qualquer actividade que tenhas na cabeça, sem muito ornamento, mas vistoso. Trabalharemos com 2 ferramentas: Gimp (software de tratamento de imagem) e Inkscape (software de diagramaçom). Procura trazê-los instalados no teu computador.

  • Decrescimento e Economia Circular – Ideias, experiências e ferramentas para sobreviver no Antropoceno. Ena Barbazán. De 21h30 a 22h30. 

De que vai isto do decrescimento? Pois a ideia deste curso é dar cumprida resposta a esta intrigante pergunta. Para isso, que melhor que começar por umha lixeira revissom da origem da proposta decrescentista e as suas ideias centrais, sem muito tostom, para logo pôr em comum experiências e modelos de economia circular que podemos atopar ao nosso redor, e um pouco mais alô. Também haverá algo de tempo para reflexionar sobre a lógica produtivista que impera na nossa sociedade, assi que animai-vos!

 

4ª-FEIRA, 17 DE JULHO:

  • Manual de supervivencia na produçom de festivais autogestionados. Fran Sanz. De 18h a 19h. 

Concertos, festas e festivais agroman polo país adiante e quase todos eles tenhem algo em comum: a carência de médios econômicos, técnicos e humanos. Neste curso sentaremos as bases para enfrontar-se à produçom dum espectáculo e nom morrer (ou morrer pouco) no intento.

  • Auto-management para músic@s principiantes. Aitana Cuétara. De 19h a 20h30. 

Tes umha banda? Queres ter bolos e nom sabes como consegui-los? Conselhos e recursos para comunicar e vender melhor um projeto musical.

  • De latas e latons. Carme Iglesias. De 18h30 a 19h30.

Pementom para melhor condimentar o som das ferrenhas. Havemos-lhe sacar lustre às gargantas e latons para lhe dar substancia às tocatas e cantareas de sempre.

Há que trazer lata de pimentom. Se nom a tiveres, contacta-nos!

  • Entra no baile a bailar(e). Iniciaçom às foliadas. Chus Caramés. De 19h30 a 20h30. 

Aprende a decifrar e mover-te ao compasso dessa gente que baila quando soam as gaitas e as pandeiretas.

  • Bordados empoderantes. Marta R Bóo. De 19h30 a 21h.

Aprender bordado e recuperar saberes das nossas ancestras para reinterpretar a história das mulheres que nos mostra Castelao. Coste de materiais para o bordado de 2’5 por persoa.

  • Gaita de beiços: Harmônica express: sopro-aspiro. Ariel Ninas. De 20h30 a 21h30. 

Um dos instrumentos mais populares do mundo com maior produçom industrial da história que apenas foi inventado há 200 anos. Apontamentos sobre este instrumento de palheta livre para fazer músicas para-peto: organologia, respiraçom, modelos, técnicas, repertórios: trad galego e blues.

Recomendável levar harmônica própria (em Do).

  • Cuidados e autocuidados nos movimentos sociais. Leticia Castro e Pilar Canosa. De 20h45 a 22h15.

Neste curso daremos atençom a como gestionamos e colectivizamos os cuidados e o autocuidado, e como estes atravessam os espaços de activismo.

  • Roteiro naturalista polas ribeiras do Sar. João Aveledo. De  20h30 a 22h30. Ponto de encontro: Colegiada de Santa Maria de Sar.

Caminhada polas ribeiras e branhas do Sar, com final numa zona húmida muito pequena e desconhecida para as gentes de Compostela, a lagoa de Cornes. Aprenderam-se a reconhecer as principais espécies de árvores e de vertebrados (aves, anfíbios e répteis..) da nossa cidade. Assim, como a valorar a importância de hábitats como as branhas e os bosques ribeirinhos.

Roupa e calçado adequado de tipo desportivo. De chover ou de ter chovido nos dias prévios recomenda-se calçado com gore-tex. Quem puder, que leve binoculares e guias de árvores, aves ou hérpetos (anfíbios e repteis).

 

5ª-FEIRA, 18 DE JULHO:

  • Aula de Ioga. Marta del Río. De 17h a 18h30. 

Sessom de hatha ioga na que praticarmeos ténicas de relaxaçom, um pouquinho de meditaçom e posturas físicas (ou asanas).

  • Ciclo menstrual: além da “regra”. Mónica G. Devesa. De 18h30 a 20h. 

A menstruaçom é apenas umha parte dum ciclo; vamos aprender como se conta, como repercutem as suas 4 fases nas nossas vidas, o que tem a ver a Lua… Para mulheres e outras identidades menstruantes (a partir de 18 anos).

  • Obradoiro de elaboraçom de seitam. Raquel Castellanos. De 19h a 20h30. 

Neste obradoiro aprenderemos a elaborar seitam a partir de glute de trigo. Fará-se um entre todas e ao finalizar o talher comeremo-lo juntas.

Neste curso há um custo de 1€ a maiores do preço geral por materiais.

  • Laboratório de bailes malandros. Colectivo Malandro. De 19h15 a 20h45. 

Corpos malandros, nom-normativos, feios, desproporcionados, bonitos e grandes. Vinde rachar posturas e dançar em comunidade enchendo de cor a Gentalha, numha viagem pola geografia congolesa mergulhadas no universo kwasa-kwasa.

  • Viagem por Harmonia. Xoán Porto “Guancho”. De 20h15 a 21h45. 

Neste curso faremos umha visita guiada polas cores da música.

  • Delírios do turismo em Compostela. Iago Lestegás e Hilda Cuba. De 20h30 a 22h. Saída desde O Pichel.

Um roteiro do esperpento em que o turismo masivo está a tornar o centro histórico compostelano. Ruas, praças, vivendas, comércios… como interfire o mapa turístico no mapa vizinhal? Vem descubri-lo e visibilizá-lo connosco!

  • Curso iniciaçom à ediçom digital de fotografia. Alberte Peiteável. De 21h a 22h30. 

Revelado de raw e ajustes de imagem. Interpretaçom de histograma. Uso de capas e ajustes por zonas. Tratamento de cor e branco e preto. Preparaçom para impressom e web.

 

6ª-FEIRA 19 DE JULHO:

  • Que fazer para reclamar os direitos laborais das trabalhadoras por conta alheia? Receitas básicas.   Sandra Garrido . De 18h a 19h.

Leitura doada do estatuto das trabalhadoras para reclamar os nossos direitos. Pautas básicas de actuaçom.

  • Danças e bailes populares tradicionais de Cuba. Marcos Pombo. De 19h a 20h30.

Do Oriente ao Ocidente achegaremo-nos a três estilos essenciais na cultura da ilha: o Son, a Rumba Cubana (Yambú, Guaguancó e Columbia) e o Casino. Requisitos para o curso: açuuuúcar!