POR CAUSAS METEOROLÓGICAS, A FESTA DO 17 SERÁ NO C.S O PICHEL

A bicicletada mantém-se
Às 12h00 vemo-nos no BLOCO LARANJA!
ÂS 14h00, no Pichel, sessom vermu com a Liga Gaiteira
Às 15h00, jantar (empada, churrasco, sobremesa…. RESERVA JÁ O TEU LUGAR!)
Siobremesa amenizada polos Enxebres de S. Lázaro
Às 17h30 foliada
E às noite… ceia e concertos, como já estava previsto!
Mini jornadas de trabalho para arranjar o terraço, Acode!!
Na gentalha do Pichel levamos todo o inverno trabalhando arreio coma formiginhas para arranjar o terraço e gozarmos todas dele nos dias da calor…mmm…comer um gelado na sombra!
Suamos esfregando o cham, limpando as paredes, podando nas árvores….e agora procuramos obreiras para o derradeiro empurrom. Se che fai botar-nos umha mau, aprender as técnicas da reciclagem de paletes de obra, ensinar-nos ou dar-nos ideias frescas… BENVINDAS!!!
A recompensa: um enorme sorriso da nossa parte e ver medrar as sementes do nosso novo projeto, A hortinha do Pichel!
Podes contatar com nós no endereço local@gentalha.org ou bem passar as quintas-feiras pola manhã
As fotos da ceia árabe
A passada sexta feira 10 de maio arredor de quarenta pessoas puderam desfrutar duma gorentosa ceia preparada pelo camarada Fayed Khalaf com a ajuda de alguma de nos.
A ceia estivo organizada pela comissom de história e fai parte (junto a uma exposiçom de fotos e conversas com gente de Palestina) das actividades coas que A Gentalha do Pichel participa na comemoraçom do Nakba junto com Galiza por Palestina e BDS Galiza.
Obrigadas a todas por vir e participar! Tamén obrigadas à gente de Carricoband e da foliada do Gramola pela festa que montaram depois.
As fotos do concerto d’Os Minhotos
semana das letras
QUARTA 15 de Maio
18h30
ROTEIRO urbano de pássaros
Desde o CS O Pichel
21h30
CINECLUBE
Sessom por confirmar
QUINTA 16 de Maio
22h30
Teatro do faísca apresenta
Saxo Tenor
De R. Vidal Bolaño
SEXTA 17 de Maio
FESTA DO DAZASSETE!!!
10h30
Bicicletada pola língua
12h00
Juntamo-nos ao Bloco Laranja
15h00
Jantar popular na praça 8 de Março
Sobremesa com “Os enxebres de San Lázaro”
17h00
Fabricaçom de brinquedos e jogos criativos
18h00
Foliada popular na praça do pam
21h00
Ceia-petiscos no CS O Pichel
Empadas, guisados e sobremesas
22h00
CONCERTOS
Liska
+
Familia Caamagno
E final de festa com o Bigote Mix!!!
Comissons Gentalha
Semente Terças 20h00
Cultura e novas criaçons Terças 21h30
História Terças 21h15
Meio natural Quartas 20h00
Local Quintas 14h00 (bar 13)
Clube de croché Sábados 16h30
A ASCENSOM. UMHA FESTA POPULAR ANTIPOPULAR.
E dá-lhe!! Para as Festas da Ascensom 2013 no Concelho de Compostela seguem a considerar que os grupos de música e artistas galegas nom aportam suficiente dignidade para o evento. Milheiros de euros foram investidos nos concertos das bandas de “grande qualidade” como é o casso de Pignoise e artistas como Macaco e Melendi. Rosa Cedrom, o encontro de corais e a actuaçom das Banda apresentam-se no programa como segundo prato.
A ideia de contar com grupos locais nas festas da cidade está descartadíssimo, por suposto!
É claro que ano apos ano a fórmula é a mesma: gastar fundos públicos numha cultura quem nom é cultura.
Da Gentalha do Pichel pensamos que as compostelanas e compostelanos deveríamos poder participar de estas decissons desde as associaçons culturais e vizinhais, desde os colectivos que dinamizam a cidade… para poder participar de jeito activo achegando propostas que, sem dúvida enriqueceriam estas festas, conseguindo de seguro que resultem mais interessantes.
A atual festa é imposta e impom-nos um tipo de lecer no que somos meras observadoras passivas da cultura alheia imperante.
Mentres as pessoas de Compostela, os colectivos, as associaçons, todas seguimos a contar com impedimentos para realizar os nossos eventos nas ruas ainda sendo autogeridos.
Reivindicamos entom, umhas festas mais integradoras e participativas. Uns festejos nos que o eixo principal seja a cultura galega, a música em galego, umhas festas nas que se promova os artistas da Galiza e particularmente da comarca de Compostela. Umhas festas nas que nom se nos imponha a cultura alheia e comercial que uniformiza e corresponde a um jeito de lecer que vira as costas à cultura própria.
Por umhas festas dignas, bem geridas. Por umhas festas em galego. Compostela 100% em galego!!!
NOM À CIDADE DA CULTURA: SIM À CULTURA NA CIDADE
A Gentalha do Pichel tem manifestado nos últimos anos o seu desacordo com o projeto no monte do Viso que começou na era Fraga. Este desacordo deve-se a fatores económicos, culturais e ecológicos que estám relacionados e que é importante entender no seu conjunto.
Estamos perante um projeto já caro que o PP ideou e que o bipartido nom paralisou, que custava 100 milhons de euros inicialmente mas que acabou por precisar de um orçamento de 500. Isto sem contar com os imensos gastos que provoca a manutençom -sobre 60 milhons de euros anuais-, o que é especialmente alarmante se tivermos em conta que nem as galegas nem as compostelanas tínhamos essa prioridade “cultural”.
Na nossa associaçom pensamos que há outras necessidades culturais na Galiza: a revalorizaçom do património material e imaterial, a restauraçom e a conservaçom da nossa herança arqueológica, arquitetónica, etnográfica, documental e artística.
Pensamos que todo esse dinheiro pudo e pode melhorar e incrementar as instalaçons com fins culturais ou associativos do país, quer locais de ensaio, centros sócio-culturais, salas nom elitistas para teatro e concertos. Mas todo indica que, entre a “austeridade” seletiva e a hipoteca do Gaiás, Fraga terá o seu mausoleu para as elites foráneas enquanto a cidade ficará no campo-santo da cultura popular e de base galega.
Na nossa associaçom sempre olhamos com preocupaçom o que ainda nos pode vir com o monstro do Peter Einsemann: a rotura do equilíbrio entre o urbano e o rural, os futuros impactos urbanísticos e ambientais, quer via destruçom das Branhas de Sar quer construçom dum teleférico, que mesmo chegou ameaçar a condiçom de Cidade Património de Compostela.
Para descanso de todas parece que a crise económica paralisou estas iniciativas mas nom paralisou os gastos e recursos precisos para manter estas instalaçons. É por todo isto que convidamos à reflexom sobre o futuro incerto deste projeto contestado já desde todos os frontes sociais e culturais, mas nom somos as únicas que procuramos umha soluçom, vemos com estupor como se ofrecem espaços de coworking no Gaias por 120 euros por mês. Todo seja dito, já em segundo prazo de recepçom de solicitudes, que fica aberto até novo aviso, o que nos pode dar umha ideia do tremendo número de artistas solicitantes que estam desejosos de formar parte de esta ‘prometedora’ iniciativa.
Isto é, deixam-te sentar-te lá, no ‘ Centro de Empreendemento Cultural e Criativo da Galiza’ para ‘multiplicares as tuas possibilidades de negócio’… por um preço que socila entre os 60 euros mês e os 120. Nom foi já o 1 de abril?









