Universidade Popular 2017! Do 17 ao 21 de Julho.

7 de Julho de 2017

Mais um verao chega a Universidade Popular ao Pichel! Do 17 ao 21 de Julho, o centro social encherá-se de gente a partilhar saberes e experiências. Se queres participar em cursos de ecologia, género, línguas, gastronomia, dança, tecnologia, música… é IMPORTANTE reservares praça até dous dias antes de cada curso em gentalha@gentalha.org

  • Preço por curso: 3€ (3’5€ nom sócia)
  • Abono todos os cursos: 8€ (10€ nom sócias)

INSCRIÇOM OBRIGATÓRIA em gentalha@gentalha.org até dous dias antes do curso.

Embaixo tes os graus e o calendário dos cursos com a informaçom de cada um. Bota umha olhada!

universidade popular 2017

 

ESPECIALIZA-TE NOS GRAUS:

COM OS PÉS

  • Entra no baile a bailar(e). Iniciaçom às foliadas. Chus Caramés. 2ªFeira 17. De 20h a 21h.
  • Iniciaçom ao samba no pé. Márlio Barcelos. 3ª Feira 18. De 18h a 19h30.
  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (II). Iniciaçom ao jeito de bailar da montanha lucense. Roberto Rodríguez. 4ª Feira 19. De 20h30 a 21h30.
  • Nom bailes o agarrado que é cousa de muito pecado. Lorena Toimil e Hilda Cuba. 5ª Feira 20. De 20h a 21h30.

COM O INSTRUMENTO

  • Chascarraschás. Carme Iglesias. 4ª Feira 19. De 18h30 a 19h30.
  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (I). Iniciaçom à pandeira. Noemi Basanta. 4ª Feira 19. De 19h30 a 20h30.
  • Toques de pandeiro com baqueta. Ricardo Casás. 5ª Feira 20. De 12h a 14h.

 COM A LINGUA

  • Cozinha silvestre. Silvia Méndez. 2ª Feira 17. De 12h a 13h30.
  • O milhor prebe: a fome! Luzia Álvares. 2ªFeira 17. De 19h a 20h30.
  • Veganismo doce. Alba Souto. 3ª Feira 18. De 19h30 a 21h30.
  • Cozinha com língua catalá. Susana Amado. 4ª Feira 19. De 19h30 a 20h30.
  • Cozinha com língua italiana. Chiara Pedizzi. 4ª Feira 19. De 21h30 a 22h30.

 COM A EXPRESSOM CORPORAL

  • Laboratório de movimento. Elsa Pereira. 2ªFeira 17. De 18h a 19h.
  • Introduçom ao Teatro Foro como ferramenta transformadora. Paula Lubián e Beatriz Miranda (ACPP). Feira 18. De 16h a 18h.
  • O corpo criativo, recursos de expressom e criaçom cénica. Zé Paredes. 4ª Feira 19.  21h30 a 23h30.

COM SENTIDINHO

  • Razons de peso. Desmontando a Gordofobia. Andrea Nunes. 2ªFeira 17. De 19h a 20h30
  • Autodefessa para mulheres Mai e Cristy. 3ª Feira 18. De 11h a 13h.
  • Conhecendo os composteiros comunitários de Compostela. Maria R Lafuente. 4ª Feira 19. De 11h a 12h30
  • Prostituiçom e/ou Trata de seres humanos com fins de exploraçom sexual: indícios para podermos identificar umha possível vítima de Trata. Lourdes Pazo. 5ª Feira 20. De 16h30 a 18h30.
  • Laboratório de Empoderamento Erótico. Mai Insua e Mari Fidalgo. 6ª Feira 21. De 17h30 a 20h.

 COM FERRAMENTAS

  • Fotografía com telemóvel. Borxa Toxa. 2ªFeira 17. De 19h a 20h.
  • Uso doméstico da broca. Paulo Painceiras. 3ª Feira 18. De 20h30 a 21h30.
  • Aula práctica de gravaçons. Olaia Tubío e Raquel Cecilia. 4ª Feira 19. De 16h30 a 18h30.

COM A HISTORIA

  • Investigaçom histórica a domicílio. Pescudando na Galiciana. Marcos Saavedra. 3ª Feira 18. De 19h a 21h.
  • Na busca da anta perdida. Dionisio Cancela. 4ª Feira 19. De 18h30 a 21h.
  • Combatendo na arte: história de mulheres. Sabela Fraga. 5ª Feira 20. De 19h a 20h30.
  • O galeguismo em Compostela no primeiro terço do s.XX. Espaços, pessoas e factosUxio-Breogán Diéguez. 5ª Feira 20. De 19h a 21h (aprox). 

COM OS OLHOS

  • Descobrindo o céu estrelado. Irene Baspino. 5ª Feira 20. De 22h a 00h.

 

CALENDÁRIO

SEGUNDA FEIRA 17 DE JULHO

  • Cozinha silvestre. Silvia Méndez. De 12h a 13h30.

Obradoiro de cozinha silvestre e apresentaçom do livro “113 prantas silvestres dos campos nortenhos”.

  • Laboratório de movimento. Elsa Pereira. De 18h a 19h.

Exploraremos a nossa natureza criativa a travês do corpo em relaçom com as demais e com o espaço. Trata-se dum laboratório entendido como lugar de experimentaçom onde o coidado, o jogo e a escoita nos levaram a atopar a criatividade dos nossos corpos e, por que nom? das nossas vozes.

  • Fotografía com telemóvel. Borxa Toxa. De 19h a 20h.

Iniciaçom a captura com telemóvel, captura, composiçom e ediçom em Android e IOS.

  • Razons de peso. Desmontando a Gordofobia. Andrea Nunes. De 19h a 20h30.

Obradoiro onde partilharemos experiências, sentires e ferramentas, usando o potencial colectivo para transformar as nossas realidades, achegando-nos ao activismo e ao empoderamento gordo.

  • O milhor prebe: a fome! Luzia Álvares. De 19h a 20h30.

Passeio teorico-prático pelos molhos básicos da gastronomia europeia desde o Atlántico ao Mediterrâneo.

  • Entra no baile a bailar(e). Iniciaçom às foliadas. Chus Caramés. De 20h a 21h.

Aprende a decifrar e mover-te ao compasso dessa gente que baila quando soam as gaitas e as pandeiretas.

 

TERÇA FEIRA 18 DE JULHO

  • Autodefesa Feminista. Cristy Tojo e Mai Insua. Lésbicas Creando. De 11h a 13h. (Só para mulheres).

Fazemos Autodefesa Feminista de jeito integral (física, psicológica, emocional) como umha ferramenta que amplía posibilidades fronte às violencias machistas e possibilidades de vida. Consideramo-la um elemento fundamental de resposta, proteçom e autocoidado.
Sodes bem-vindas!

  • Introduçom ao Teatro Foro como ferramenta transformadora. Paula Lubián e Beatriz Miranda (ACPP) De 16h a 18h.

Achegaremo-nos a esta metodologia participativa a través de jogos e técnicas teatrais que tenhem por objetivo redimensionar o teatro, fazendo dele um instrumento eficaz na comprensom e na busca de alternativas para problemas sociais e interpessoais, estimulando a reflexom com o objetivo de transformar a realidade. Ao tratar-se dumha ferramenta motivadora este obradoiro pretende ser de utilidade para as profesionais da educaçom (formal ou informal) e pessoas que participam activamente de coletivos sociais, culturais e/ou vizinhais, sindicatos, assi como para aquelas pessoas interessadas em conhecer técnicas teatrais abertas e participativas.

  • Iniciaçom ao samba no pé. Márlio Barcelos. De 18h a 19h30.

Da mistura de ritmos africanos, o samba nasceu no Brasil e pode ser bailado de variados modos, dependendo da regiom e da situaçom. Aprenderemos no curso os passos básicos do “samba no pé”, nome do estilo livre e improvisado de bailar o samba.

  • Investigaçom histórica a domicílio. Pescudando na Galiciana. Marcos Saavedra. De 19h a 21h.

Neste curso aprenderemos a trabalhar com os recursos arquivísticos online tomando como referência a Galiciana (Biblioteca digital de Galiza). Umhas ferramentas que ponhem a nossa disposiçom documentaçom original muito útil para o conhecimento da nossa história.

  • Veganismo doce. Alba Souto. De 19h30 a 21h30.

Obradoiro de sobremesas caseiras no que aprenderás a fazer masas doces, biscoitos, bolachas e sobremesas frias com ingredientes singelos e 100% vegetais.

  • Uso doméstico da broca. Paulo Painceiras. De 20h30 a 21h30.

Ferramentas necessárias para fazer perforaçons em paredes, metal, madeira… Falaremos das distintas classes de brocas e da maneira de empregar cada umha delas. Fundamentalmente será um curso prático onde tentaremos algum truque para furar azulejo, para nom lixar todo ou para nom mancar-se.

 

QUARTA FEIRA 19

  • Conhecendo os composteiros comunitários de Compostela. Maria R Lafuente. De 11h a 12h30.

Aprenderemos como funciona o projeto e como fazer um bom compost assi como os usos da compostagem.

*Punto de encontro: composteiro do parque de Galeras.

  • Aula prática de gravaçons. Olaia Tubio e Raquel Cecilia. De 16h30 a 18h30.

Como: entrevistar, colocar a cámara, gravar o son, editar singelo… Todas estas dicas do “que fazer” e do “que nom fazer” quando queremos gravar vídeos.

  • Na busca da anta perdida. Dionisio Cancela. De 18h30 a 21h.

Visita a uma anta e a uma mámoa (as de Zarramacedo). Explicaçom dos principais elementos a reconhecer.

*Punto de encontro: no Pichel (coordinaremos carros para irmos na busca da anta).

  • Chascarraschás. Carme Iglesias. De 18h30 a 19h30.

Neste curso achegaremo-nos ao instrumento da marola: as cunchas. Iniciaremo-nos nos toques mais básicos, veremos distintos jeitos de tocar, e até algumha cantarea botaremos. Animade-vos!

  • Cozinha com língua: catalam. Susana Amado. De 19h30 a 20h30.

Achegaremo-nos à reposteria e lingua catalá elaborando o “pa de pessic”.

  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (I). Iniciaçom à pandeira. Noemi Basanta. De 19h30 a 20h30.

Curso de iniciaciaçom ao repertório da montanha lucense assi como ao seu instrumento por excelência: a pandeira. Um achegamento que tem por finalidade sentar as bases do instrumento mas que também pode servir para repensar as próprias. Faremos especial fincapé na sua correta colocaçom e execuçom. Além disso, destacaremos as pontes culturais que estabelecem os repertórios vocais desta zona geográfica com outras culturas do noroeste peninsular.

  • Dizes que toco pesado. Anda tu, baila ligeiro (II). Iniciaçom ao jeito de bailar da montanha lucense. Roberto Rodríguez. De 20h30 a 21h30.

Curso de iniciaçom ao jeito de bailar próprio da montanha lucense, centrando-se especificamente no concelho de Cervantes. Achegaremo-nos aos movimentos que definem a “molinheira” assi como às principais estruturas que presenta.

  • Cozinha com língua italiana. Chiara Pedizzi. De 21h30 a 22h30.

Os gnocchi (olho que é plural! O singula é gnocco), é umha das receitas mais típicas da Itália. Un prato antigo que em origem se preparava com água e farinha de vários cereais ou com o miolo do pam e leite. Com a chegada da pataca volverom-se famosos os que se fam com ela. Em Roma comem-se nas quintas-ferias, na Campania nos domingos, em Verona nas sextas-feiras e som tam famosos que há um disfrace de Entrudo que os celebra “O Papà del Gnoco”(com apenas um “c” pois é umha variante do veronês). Mas bom, eu som de Brescia e vou-nos fazer como a minha mai, e como gostamos da opulencia vamos tomá-los também com 3 molhos diferentes!

  • O corpo criativo, recursos de expressom e criaçom cénica. Zé Paredes. De 21h30 a 23h30.

Obradoiro de criaçom cénica em que abordaremos estratégias de estímulo criativo: A improvisaçom. O jogo dramático. O corpo no espaço.

 

QUINTA FEIRA 20

  • ·Toques de pandeiro com baqueta. Ricardo Casás. De 12h a 14h.

Traballaremos toques tradicionais de Peñaparda (Ajechao, Sorteao, Corrido-brincao), modernos (rumba, afro,swing,…) e ritmos galegos (muinheiras, jotas, passo-dobres)

  • Prostituiçom e/ou Trata de seres humanos com fins de exploraçom sexual: indícios para podermos identificar umha possível vítima de Trata. Lourdes Pazo. De 16h30 a 18h30.

Que é a Trata e quais som os seus indicadores som os temas em que nos centraremos neste curso em que, a partir da visualizaçom de vídeos com entrevistas, poderemos distinguir os seus indícios.

  • Combatendo na arte: história de mulheres. Sabela Fraga. De 19h a 20h30.

Analisaremos en que medida o relato oficial se foi consolidando durante séculos através da exclusão das mulheres. Mas o ponto central será conhecer as estratégias artísticas subversivas que elas usaram para rachar com as múltiplas barreiras impostas pelo patriarcado.

  • O galeguismo em Compostela no primeiro terço do s.XX. Espaços, pessoas e factosUxio-Breogán Diéguez. De 19h a 21h (aprox). 

Entre  1916 e 1936 desenvolveu-se na Galiza um processo de construçom nacional único na nossa história. Neste roteiro percorreremos lugares senlheiros, conhecendo pessoas e factos para nos achegarmos àquele tempo.

*Punto de encontro: no Pichel 

  • Nom bailes o agarrado que é cousa de muito pecado. Lorena Toimil e Hilda Cuba. De 20h a 21h30.

Obradoiro de iniciaçom a bailes agarrados da Galiza e Europa: centraremo-nos na mazurca galega e europea, no scottish e no valse,mas passaremos também polo passo-dobre e pola rumba e polka… o básico para se defender e goçar em umha foliada, e faremo-lo com música ao vivo!

  • Descobrindo o céu estrelado. Irene Baspino. De 22h a 00h.

Introduçom à astronomia através dumha saida de observaçom em que aprenderemos a mover-nos polo céu e a reconhecer as estrelas e constelaçons mais destacadas, sem necessidade de mais aparelhos que os nossos olhos.

*Punto de encontro: no Pichel (partilharemos carros para deslocaar-nos)

Necessário levar lanternas.

 

SEXTA FEIRA 21

  • Laboratório de Empoderamento Erótico. Mai Insua e Mari Fidalgo. De 17h30 a 20h. (Só para mulheres).

ECombatendoxplorar e criar a nossa erótica, experimentar com o nosso prazer! Um tempo para partilharmos e enraizarmo-nos no prazer desde a palavra e o trabalho corporal. Aberto a mulheres de qualquer orientaçom e vivencia sexual.

 

Chega a cacharela picheleira do 2017

22 de Junho de 2017

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Apresentaçom do livro ‘Verbo na arria’, homenagem a Joam Jesus

15 de Junho de 2017

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O 12 de maio apresentaram-se no Pichel o livro de poesias homenagem a Joam Jesus ‘Verbo na arria’ e o seu booktrailer, um grande esforço da gente da AC O Fervedoiro e Quinteiro Umia.
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COMUNICADO DA JUNTANZA DOS CENTROS SOCIAIS ANTE O DESPEJO DO ESCÁRNIO

7 de Junho de 2017

faixaescarnioHá pouco mais de três anos que abreu o CSOA Escarnio e Maldizer. Desde entom realizarom-se alí grande quantidade de acçons e actividades: obradoiros de teatro, serigrafia, música; aulas de adestramento deportivo, acroioga, judo, boxeo, baile tradicional galego, pandeireta; infinidade de palestras sobre os mais diversos temas; feiras de tatuagens, jornadas libertárias, apresentaçons de livros, revistas, projectos e documentários; projecçons de cinema, representaçons de teatro e artes cénicas variadas, recitais poéticos, concertos de música de todos os estilos… ademais de dispor de unha extensa biblioteca, umha oficina de serigrafía e umha oficina artística, e de ser o local de grande quantidade de colectivos que faziam alí as súas asembleas e actividades.
Todo isto mantendo sempre uns princípios básicos: funcionamento asemblear, toma de decissons por consenso, trabalho voluntário sem ánimo de lucro, portas abertas, actividades sempre de balde, autogestom, cuidados mútuos e um firme compromisso com todas as causas sociais que defenden e procuram a liberdade.
O Escárnio converteu-se num eixo fundamental da vida de Compostela; nom poderiamos obviar as suas aportaçons nos últimos três anos. Os centos de pessoas que por alí passaron som testemunha de este facto.
Há também seis anos que a empresa inmobiliaria A Rosaleda comprou o edifício da Algália. Esta é umha construtora fraudulenta e especuladora. Umha empresa que nom paga às suas trabalhadoras nen às suas provedoras. Umha empresa que é responsável de que muit@s albaneis, carpinteir@s, electricistas, fontaneir@s ou escaiolistas nom cobrem e se atopem na rúa. Responsével de botar à rúa também @s antig@s inquilin@s do edifício a quenes expulsaron sem piedade das suas vivendas, ofertando-lhes umha mistura de ruína e disparatados alugueiros.
O edificio que pouco tempo antes albergara à Asociación Cultural Cantigas e Agarimos apodrecia agora, vazio e sem uso, abandono e ruína á espera dum “pelotazo urbanístico” que enchera as ánsias especulativas da inmobiliaria A Rosaleda. Abandono e ruína financiados, por outra banda, com o dinheiro dos bancos rescatados polo Estado. Estafa geralizada, a urbanística, para a que só as ocupaçons semelham soluçom. Directa ou indirectamente, o edificio da Algalia comprou-se com dinheiro de gente de Compostela. Assím pois, que menos que ter direito a empregar esse espazo?

Com este comunicado queremos solidarizar-nos comas nossas compañeiras.
Há un par de anos que A Gentalha do Pichel, a Asociación Xuvenil Ítaca e o CSA do Sar traballamosconxuntamente com o CSOA Escarnio e Maldizer: Entrudos, Magustos, Dia das Letras, Jogos Populares e mais projectos que tinhamos em mente. Afiançando e artelhando rede. Somos centros sociais que desenvolvemos o nosso trabalho de jeito autogestionado e com trabalho voluntário, com liberdade e independência, sendo honestas com nós mesmas e com vontade de difundir um activismo social e cultural participativo e nom dirigista, sem licenças e um tipo de lazer alternativo ofrecido a todas aquelas pessoas que desejam participar e fazer parte com nós do projectos e actividades. Por este tipo de filosofia e dinámicas dim que as companheiras do Escárnio som perigosas, criminais.
Somos Gentalha, somos Itaca e somos Sar. Se Escarnio é criminal, nós também o somos!
Dende a Juntança de Centros Sociais queremos manifestar o nosso total apoio ao Escárnio; estamos con vós e apoiamos-vos!

Solidarizamo-nos con vós e sentimos a vossa mesma raiba ao ver anos de traballo, esforzos, ilusións e sonhos decapitados de golpe entre bloques de formigom armado e pelotaços de goma.
Partilhamos com vós o desejo de criar espaços libertados, nos que a gente se sinta cómoda e a gusto, libres da violencia cotiá que cada dia nos esmaga. Lugares ceives e rebeldes, onde a gente cria, vive e transforma superando esta realidade. Onde as pessoas poden recuperarse a si mesmas coma pessoas. Que papel, que absurdo réxime jurídico pode negar isso?

Condenamos radicalmente a bestial intervençom da Policia, dos poderes públicos e a difamaçom e mentiras difundidas polos meios de comunicaçom lacaios do sistema. Todo o que podemos dizer sobre o acontecido a nivel repressom e manipulaçom meiática fica curto ante a magnitude do dano causado.

Companheir@s, seguiremos luitando, apoiando e trabalhando na construcçom de espaços de liberdade e de solidariedade. Seguiremos ocupando os coraçons da gente a golpe de autogestom e retiraremos um a un, cada bloque de formigom de cada janela e porta para construír con eles projectos tam dignos e valentes coma o CSOA Escárnio e Maldizer.

C.S. A Gentalha do Pichel – Asociacion Xuvenil Itaca – CSA do SAR

Actividades de Junho

7 de Junho de 2017

atividades junho2017-01

comunicado dos centros sociais da Galiza sobre o despejo do CSO Escárnio e Maldizer

2 de Junho de 2017

defende o escarnio
Os Centros Sociais galegos em Solidariedade com o CSOA Escárnio e Maldizer e contra a repressom policial
Os coletivos abaixo-assinados, integrantes do movimento popular galego e empenhados na construçom de espaços para a cultura contra-hegemónica e ao serviço do povo galego, declaramos:
1. A nossa solidariedade incondicional com o CSOA Escárnio e Maldizer, centro social ocupado com o qual trabalhamos em diversas iniciativas conjuntas, mostrando-se sempre como um coletivo comprometido com a construçom de alternativas ao embrutecimento e mercantilizaçom cultural dominantes.
2. O nosso apoio a um coletivo que foi vítima das forças repressivas por recuperar um espaço privado abandonado polos proprietários e que foi reconvertido num bem público. A defesa de tam elementar direito custou nom só um despejo violento do edifício, mas também ferimentos a várias pessoas e a detençom e acusaçom arbitrária de um vizinho.
3. A nossa condena à política de perseguiçom policial e mediática contra iniciativas nom controladas pola institucionalidade burguesa. A burda criminalizaçom e desprestígio induzidos polos principais meios de comunicaçom privados e mesmo públicos contra o CSOA Escárnio e Maldizer confirmam a necessidade permanente de auto-organizaçom popular em cada ámbito de luita social e de construçom nacional.
4. O nosso compromisso no fortalecimento e na criaçom de espaços que permitam avançar na galeguizaçom e desmercantilizaçom da nossa cultura, em coordenaçom permanente com outras entidades comprometidas com idênticos objetivos nos mais diversos ámbitos: laboral, político, feminista, comunicativo, ambiental, etc.
5. Apelamos ao movimento popular galego à unidade e à autodefesa, construindo novas ferramentas ao serviço dos interesses do nosso povo, combatendo a manipulaçom informativa e a repressom judicial-policial.

Galiza, 1 de junho de 2017

Ateneo Libertário A Engranaxe (Lugo)

Centro Social A Comuna (Corunha)

Centro Social A Galleira (Ourense)

Centro Social A Gentalha do Pichel (Compostela)

Centro Social A Revolta (Vigo)

Centro Social Fuscalho (A Guarda)

Centro Social Gomes Gaioso (Corunha)

Centro Social Madia Leva (Lugo)

Centro Social O Fresco (Ponte Areias)

Centro Social Xebra (Burela)

Centro Social Autoxestionado do Sar (Compostela)

Centro Social Ocupado A Insumisa (Corunha)

Coletivo Terra (Pontedeume)

Fundaçom Artábria (Ferrol)

Local Social Faisca (Vigo)

Nace a Rede do Património Cultural

30 de Maio de 2017

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O trabalho em rede é a forma de trabalho na que nos sentimos mais cómodas, multiplicamos as nossas forças e adicionamos os nossos conhecimentos. A Gentalha do Pichel é uma rede de comissons e ativistas, fazemos rede com outros centros sociais, com outros coletivos que vivem a nossa cultura tradicional, que trabalham pola nossa língua, que partilham as nossas lutas (como a Rede Galega en apoio ás persoas refuxiadas, a Asamblea contra a eucaliptización de Compostela e comarca, etc).

Desde a comissom de História da Gentalha do Pichel levamos anos dando a conhecer e pondo em valor os patrimónios culturais deste concelho, e deste trabalho e colaboraçons nace a Rede do Património Cultural, promovida por vários coletivos mas com objetivo declarado de adicionar organizaçons de todo o país.

A apresentaçom será este sábado 3 de xunho às 11h00 no Museu do Povo Galego. Qualquer grupo que trabalhe pola promoçom, estudo e cuidado do nosso património e tenha interesse em fazer parte da rede pode inscrever-se neste formulário. Depois da apresentaçom haverá uma jornada de trabalho.

DECLARAÇOM CONJUNTA PARA UMHA COORDINAÇOM DAS ENTIDADES POLA DEFESA DO PATRIMÓNIO CULTURAL GALEGO
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Jogos de primavera dos centros sociais

15 de Maio de 2017

jogos

Aos centros sociais autogeridos reunidos de Compostela compracemo-nos em apresentar os primeiros JOGOS DE PRIMAVERA! Umha jornada para curtir e para o esparcemento para toda as pessoas que queiran achegar_se a passar o día. Haverá brinquedos tradicionais com a Asociación do Xogo Popular de Compostela (desde as 11h30) depois um jantar (se non podes trazer o teu, levamos nós), depois jogos variados para pequenas e nom tam pequenas (ferramenta Itaqueira), âs 19h00 un roteiro surrealista (CS do Sar) que promete ser o que nom e, para rematar com imposivel missom (21h00) que nos proponherám as compas do CSOA Escarnio e Maldizer.
Animai-vos a participar!

Concerto Cabodano, Crú e Willis Drummond

15 de Maio de 2017

cabodano

Eucaliptizaçom e desgaleguizaçom, dous processos paralelos?

15 de Maio de 2017

Palestra eucaliptizaçom