Apresentaçom do livro ‘Verbo na arria’, homenagem a Joam Jesus

15 de Junho de 2017

IMG_20170512_205844
O 12 de maio apresentaram-se no Pichel o livro de poesias homenagem a Joam Jesus ‘Verbo na arria’ e o seu booktrailer, um grande esforço da gente da AC O Fervedoiro e Quinteiro Umia.
Ler mais »

COMUNICADO DA JUNTANZA DOS CENTROS SOCIAIS ANTE O DESPEJO DO ESCÁRNIO

7 de Junho de 2017

faixaescarnioHá pouco mais de três anos que abreu o CSOA Escarnio e Maldizer. Desde entom realizarom-se alí grande quantidade de acçons e actividades: obradoiros de teatro, serigrafia, música; aulas de adestramento deportivo, acroioga, judo, boxeo, baile tradicional galego, pandeireta; infinidade de palestras sobre os mais diversos temas; feiras de tatuagens, jornadas libertárias, apresentaçons de livros, revistas, projectos e documentários; projecçons de cinema, representaçons de teatro e artes cénicas variadas, recitais poéticos, concertos de música de todos os estilos… ademais de dispor de unha extensa biblioteca, umha oficina de serigrafía e umha oficina artística, e de ser o local de grande quantidade de colectivos que faziam alí as súas asembleas e actividades.
Todo isto mantendo sempre uns princípios básicos: funcionamento asemblear, toma de decissons por consenso, trabalho voluntário sem ánimo de lucro, portas abertas, actividades sempre de balde, autogestom, cuidados mútuos e um firme compromisso com todas as causas sociais que defenden e procuram a liberdade.
O Escárnio converteu-se num eixo fundamental da vida de Compostela; nom poderiamos obviar as suas aportaçons nos últimos três anos. Os centos de pessoas que por alí passaron som testemunha de este facto.
Há também seis anos que a empresa inmobiliaria A Rosaleda comprou o edifício da Algália. Esta é umha construtora fraudulenta e especuladora. Umha empresa que nom paga às suas trabalhadoras nen às suas provedoras. Umha empresa que é responsável de que muit@s albaneis, carpinteir@s, electricistas, fontaneir@s ou escaiolistas nom cobrem e se atopem na rúa. Responsével de botar à rúa também @s antig@s inquilin@s do edifício a quenes expulsaron sem piedade das suas vivendas, ofertando-lhes umha mistura de ruína e disparatados alugueiros.
O edificio que pouco tempo antes albergara à Asociación Cultural Cantigas e Agarimos apodrecia agora, vazio e sem uso, abandono e ruína á espera dum “pelotazo urbanístico” que enchera as ánsias especulativas da inmobiliaria A Rosaleda. Abandono e ruína financiados, por outra banda, com o dinheiro dos bancos rescatados polo Estado. Estafa geralizada, a urbanística, para a que só as ocupaçons semelham soluçom. Directa ou indirectamente, o edificio da Algalia comprou-se com dinheiro de gente de Compostela. Assím pois, que menos que ter direito a empregar esse espazo?

Com este comunicado queremos solidarizar-nos comas nossas compañeiras.
Há un par de anos que A Gentalha do Pichel, a Asociación Xuvenil Ítaca e o CSA do Sar traballamosconxuntamente com o CSOA Escarnio e Maldizer: Entrudos, Magustos, Dia das Letras, Jogos Populares e mais projectos que tinhamos em mente. Afiançando e artelhando rede. Somos centros sociais que desenvolvemos o nosso trabalho de jeito autogestionado e com trabalho voluntário, com liberdade e independência, sendo honestas com nós mesmas e com vontade de difundir um activismo social e cultural participativo e nom dirigista, sem licenças e um tipo de lazer alternativo ofrecido a todas aquelas pessoas que desejam participar e fazer parte com nós do projectos e actividades. Por este tipo de filosofia e dinámicas dim que as companheiras do Escárnio som perigosas, criminais.
Somos Gentalha, somos Itaca e somos Sar. Se Escarnio é criminal, nós também o somos!
Dende a Juntança de Centros Sociais queremos manifestar o nosso total apoio ao Escárnio; estamos con vós e apoiamos-vos!

Solidarizamo-nos con vós e sentimos a vossa mesma raiba ao ver anos de traballo, esforzos, ilusións e sonhos decapitados de golpe entre bloques de formigom armado e pelotaços de goma.
Partilhamos com vós o desejo de criar espaços libertados, nos que a gente se sinta cómoda e a gusto, libres da violencia cotiá que cada dia nos esmaga. Lugares ceives e rebeldes, onde a gente cria, vive e transforma superando esta realidade. Onde as pessoas poden recuperarse a si mesmas coma pessoas. Que papel, que absurdo réxime jurídico pode negar isso?

Condenamos radicalmente a bestial intervençom da Policia, dos poderes públicos e a difamaçom e mentiras difundidas polos meios de comunicaçom lacaios do sistema. Todo o que podemos dizer sobre o acontecido a nivel repressom e manipulaçom meiática fica curto ante a magnitude do dano causado.

Companheir@s, seguiremos luitando, apoiando e trabalhando na construcçom de espaços de liberdade e de solidariedade. Seguiremos ocupando os coraçons da gente a golpe de autogestom e retiraremos um a un, cada bloque de formigom de cada janela e porta para construír con eles projectos tam dignos e valentes coma o CSOA Escárnio e Maldizer.

C.S. A Gentalha do Pichel – Asociacion Xuvenil Itaca – CSA do SAR

Actividades de Junho

7 de Junho de 2017

atividades junho2017-01

comunicado dos centros sociais da Galiza sobre o despejo do CSO Escárnio e Maldizer

2 de Junho de 2017

defende o escarnio
Os Centros Sociais galegos em Solidariedade com o CSOA Escárnio e Maldizer e contra a repressom policial
Os coletivos abaixo-assinados, integrantes do movimento popular galego e empenhados na construçom de espaços para a cultura contra-hegemónica e ao serviço do povo galego, declaramos:
1. A nossa solidariedade incondicional com o CSOA Escárnio e Maldizer, centro social ocupado com o qual trabalhamos em diversas iniciativas conjuntas, mostrando-se sempre como um coletivo comprometido com a construçom de alternativas ao embrutecimento e mercantilizaçom cultural dominantes.
2. O nosso apoio a um coletivo que foi vítima das forças repressivas por recuperar um espaço privado abandonado polos proprietários e que foi reconvertido num bem público. A defesa de tam elementar direito custou nom só um despejo violento do edifício, mas também ferimentos a várias pessoas e a detençom e acusaçom arbitrária de um vizinho.
3. A nossa condena à política de perseguiçom policial e mediática contra iniciativas nom controladas pola institucionalidade burguesa. A burda criminalizaçom e desprestígio induzidos polos principais meios de comunicaçom privados e mesmo públicos contra o CSOA Escárnio e Maldizer confirmam a necessidade permanente de auto-organizaçom popular em cada ámbito de luita social e de construçom nacional.
4. O nosso compromisso no fortalecimento e na criaçom de espaços que permitam avançar na galeguizaçom e desmercantilizaçom da nossa cultura, em coordenaçom permanente com outras entidades comprometidas com idênticos objetivos nos mais diversos ámbitos: laboral, político, feminista, comunicativo, ambiental, etc.
5. Apelamos ao movimento popular galego à unidade e à autodefesa, construindo novas ferramentas ao serviço dos interesses do nosso povo, combatendo a manipulaçom informativa e a repressom judicial-policial.

Galiza, 1 de junho de 2017

Ateneo Libertário A Engranaxe (Lugo)

Centro Social A Comuna (Corunha)

Centro Social A Galleira (Ourense)

Centro Social A Gentalha do Pichel (Compostela)

Centro Social A Revolta (Vigo)

Centro Social Fuscalho (A Guarda)

Centro Social Gomes Gaioso (Corunha)

Centro Social Madia Leva (Lugo)

Centro Social O Fresco (Ponte Areias)

Centro Social Xebra (Burela)

Centro Social Autoxestionado do Sar (Compostela)

Centro Social Ocupado A Insumisa (Corunha)

Coletivo Terra (Pontedeume)

Fundaçom Artábria (Ferrol)

Local Social Faisca (Vigo)

Nace a Rede do Património Cultural

30 de Maio de 2017

5538991025_f9a57bd4d4_b

O trabalho em rede é a forma de trabalho na que nos sentimos mais cómodas, multiplicamos as nossas forças e adicionamos os nossos conhecimentos. A Gentalha do Pichel é uma rede de comissons e ativistas, fazemos rede com outros centros sociais, com outros coletivos que vivem a nossa cultura tradicional, que trabalham pola nossa língua, que partilham as nossas lutas (como a Rede Galega en apoio ás persoas refuxiadas, a Asamblea contra a eucaliptización de Compostela e comarca, etc).

Desde a comissom de História da Gentalha do Pichel levamos anos dando a conhecer e pondo em valor os patrimónios culturais deste concelho, e deste trabalho e colaboraçons nace a Rede do Património Cultural, promovida por vários coletivos mas com objetivo declarado de adicionar organizaçons de todo o país.

A apresentaçom será este sábado 3 de xunho às 11h00 no Museu do Povo Galego. Qualquer grupo que trabalhe pola promoçom, estudo e cuidado do nosso património e tenha interesse em fazer parte da rede pode inscrever-se neste formulário. Depois da apresentaçom haverá uma jornada de trabalho.

DECLARAÇOM CONJUNTA PARA UMHA COORDINAÇOM DAS ENTIDADES POLA DEFESA DO PATRIMÓNIO CULTURAL GALEGO
Ler mais »

Jogos de primavera dos centros sociais

15 de Maio de 2017

jogos

Aos centros sociais autogeridos reunidos de Compostela compracemo-nos em apresentar os primeiros JOGOS DE PRIMAVERA! Umha jornada para curtir e para o esparcemento para toda as pessoas que queiran achegar_se a passar o día. Haverá brinquedos tradicionais com a Asociación do Xogo Popular de Compostela (desde as 11h30) depois um jantar (se non podes trazer o teu, levamos nós), depois jogos variados para pequenas e nom tam pequenas (ferramenta Itaqueira), âs 19h00 un roteiro surrealista (CS do Sar) que promete ser o que nom e, para rematar com imposivel missom (21h00) que nos proponherám as compas do CSOA Escarnio e Maldizer.
Animai-vos a participar!

Concerto Cabodano, Crú e Willis Drummond

15 de Maio de 2017

cabodano

Eucaliptizaçom e desgaleguizaçom, dous processos paralelos?

15 de Maio de 2017

Palestra eucaliptizaçom

Poder, Género e Feminismo: transformando as relaçons e os coidados nos grupos.

9 de Maio de 2017
NOVO CURSO NO 3 E 4 DE JUNHO:
“Poder, Género e Feminismo: transformando as relaçons e os coidados nos grupos” com Mar Cendón, María Rosendo e Mari Fidalgo.
Este obradoiro está dirixido a todas as persoas e colectivos interesados em melhorar a conciência pessoal e colectiva sobre este tema, en como afecta as relaçons e dinámicas dos grupos e na melhora do seu clima e funcionamento.

Tem um carácter teórico-práctico que abordará os seguintes contidos:

  1. Género, poder e privilégios.
  2. Os Coidados: (re) definiçom, gestom e integraçom dos coidados nos grupos.
  3. Umha olhada feminista ao trabalho em e com grupos.

Duraçom: 12 horas
Datas e horários:

Sábado 3 de Junho.
10 -14 e de 16-20 horas.
Domingo 4 de Junho.
10-14 horas.

poder

 Nº de participantes: mínimo 14, máximo 20

Coste:
65 euros

Bolsa de estudo:
Como iniciativa das formadoras ofrece-se a posibilidade de optar a duas Bolsas de Estudo.
“A ética feminista nos impulsa a buscar maneiras para que nenhuma pessoa que deseje participar nesta formaçom fique de fora por razons econômicas.
Por isso, reservamos 2 bolsas que serám sustentadas econômicamente pelo grupo. Com isto queremos pôr em valor o nosso trabalho e ao mesmo tempo construir democracia material feminista. Se queres aceder à bolsa ou ter mais informaçom sobre este tema, contacta conosco!”.*Data limitede inscriçom e formalizaçom do pagamento:
Envio de email a gentalha@gentalha.org e pagamento de 40€ (matrícula a restar do preço do curso) no nº de conta ES89 2080 5155 9130 4002 5884 antes do 26 de Maio. Após esta data nom se devolverá a matrícula em caso de cancelaçom da inscriçom. Se o curso nom for adiante, a matrícula será devolta na súa totalidade.Pessoas facilitadoras do obradoiroMar Cendón
Tem formaçom em Ciencias Políticas e Estudos de Género e adica-se a projetos vinculados ao feminismo no ámbito da educacçom, a divulgaçom e a comunicaçom, o activismo, a creaçom artística e em todos os seus projetos de vida.
Reivindica a vulnerabilidade e a resistência e trabalha pola despatriarcaliçom dos espaços e das relaçons e a construçom colectiva e autogestionada de ferramentas de empoderamento.

María Rosendo
Filóloga, Educadora social e Máster de Género.
Desde o ano 2009 dinamiza, desde a perspectiva feminista, múltiples espaços de autoestima, género e vínculos amorosos com mulheres adultas e com adolescentes em diferentes centros e espaços do país.
Tem feito o primeiro e segundo nivel de Facilitaçom e Gestom de Grupos com o Ceida – Ifface. Na actualidade é estudante de Traballo de Procesos no Instituto de Trabajo de Procesos de Barcelona.
Acredita no feminismo como forma de estarmos e relacionármo-nos no mundo, e desde aí vive o seu cotiá.

Mari Fidalgo
Licenciada en Psicoloxía com especializaçom em Psicoloxía Social e formaçom em gestión e facilitaçom de grupos.
Logo de deixar Salvador de Bahia no ano 2002 e emprender migración cara a Compostela, passa a participar no tecido social local, actuando en distintos ámbitos. Desde entom desenvolve actividades de sensibilizaçom e formaçom sobre migracións, género e feminismo e dereitos sociais. Na actualidade está a formar-se na Escuela Hispánica de Biodanza de Madrid, confiante no potencial que tem esta ferramenta para o cámbio pessoal e colectivo.
Define-se como activista na construçom de vidas dignas, plenas, felizes e em liberdade, desde a centralidade dos coidados e o bom trato como aposta política.

INSCREVE-TE!

E chega já a Festa do 17 que se fai… o 13!

7 de Maio de 2017

cartaz05-01Já está aqui a afamada “Festa do 17… que se fai o 13!”.
Sob a legenda “O único monocultivo, a língua” a festa deste ano gira arredor dumha analogia que pom em relaçom a situaçom do nosso País a nível ambiental e a que experimenta a nível linguístico. 5 dias de actividades diversas e para todos os gostos. Eis o programa:

– Quarta 10 de maio:
*21h30 Cineclube de Compostela especial “Festa do 17″. No C.S. O Pichel.

– Sexta 12 de maio:
*17h00 Suévia Compostela Futebol Gaélico. Ttreino aberto das segundas que se fai a sexta (campo do Colégio Maior Vista Alegre).
*20h30 apresentaçom do livro homenagem a Johám Jesus Gonçales “Verbo na arria” da Associaçom Cultural O Fervedoiro (Cuntis) e book-trailer de Quinteiro do Umia. No C.S. O Pichel.

- Sábado 13 de maio:
*11h00 alborada e cabeçud@s polas ruas de Compostela.
*11h00 jogo-roteiro infantil de identificaçom de árvores com Nacho Munilla e Bruno Vilela, no aparcadoiro de Belvís.
*12h00 Bicicletada pola língua (saída na Alameda e fim na praça 8 de março).
*12h30 Sessom Vermute: Bigote Mix feat. Regueibertso [GZ-EH] na praça 8 de março.
*14h30 Jantar popular (8 de março).
*18h00 Foliada dos cursos dos C.S. de Compostela, na praça do Pam.
*22h00 CONCERTOS [haverá carpa] (praça 8 de março):
O Sonoro Maxín
Maskarpone
Mulheres na batida (banda ganhadora do I certame Eclosom)
Russinha

- Quinta 18 de maio:
Palestra “Eucaliptizaçom e desgaleguizaçom, dous processos paralelos?”.

- Sábado 20 de maio:
Jogos de primavera no parque de Belvís (todo o dia).