perante as novas restriçons

22 de Outubro de 2020

 

COMUNICADO DO CONSELHO GERAL
Perante as novas medidas recolhidas no DOG para a nossa localidade, o Conselho Geral da Gentalha, reunido no serám de ontem decidiu o seguinte:
1. Fechamos o bar até novo aviso. A impossibilidade de combinar com pessoas nom conviventes e de atender mesas em interior, somada às adversas condiçons metereológicas, leva-nos a tomar esta dura decissom num momento no que a revitalizaçom económica do espaço é urgente.
2. Vamos tentar continuarmos com os cursos, adaptando-nos, na medida das possibilidades de cada um deles, às novas limitaçons numéricas e oferecendo soluçons de seguridade para todxs.
3. A atividade cultural do centro social manterá-se através de palestras, concertos ou outros formatos adaptando-nos sempre às lotaçons recomendadas e cumprindo as medidas de segurança já vigorantes em todo o local.
Por último, queremos trasladar a todas as nossas sócias e sócios, às utentes, ao alunado de cursos e amigas da Gentalha o nosso agradecimento por continuardes a ter no Pichel um espaço de referência a pesar das incomodidades do contexto.
Os tempos som chegados e hoje mais do que nunca precisamos-vos para resistir a tormenta e voltar a florescer.
APOIA OS CENTROS SOCIAIS!

Monográficos de Outubro

19 de Outubro de 2020

Ficache sem praça em baile e pandeireta? Nom te preocupes! Aqui trazemos umha soluçom!
Propomos, para este mes de outubro, dous monográficos de iniciaçom, um ao baile tradicional e outro à pandeireta, assi como um de pandeireta para quem já sabe um chisquinho (nivel intermedio).

Inscriçons até dous dias antes de cada monográfico em cursos@gentalha.org

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Aqui tedes a informaçom:

  • Inicia-te na pandeireta, desde a base! com Carme Iglesias. Sexta feira 30, de 11h a 13h.
 Tinhas idea de iniciar-te este curso na pandeireta e chegaches tarde? Este é o teu monográfico! Conheceremos os primeiros movimentos e ritmos para quem nom sabe nada: abaneos, jota, muinheira, agarrado… até algumha copla botaremos!
Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)
  • Pom-lhe acento ao teu instrumento. (Pandeireta nível intermédio) com Carme Iglesias. Sexta feira 30, de 19h a 21h.
Ana-come-pam  ana-come-pam….Ana já deve estar empachada! É o momento de saír da comodidade rítmica de sempre e experimentar novos acentos percutivos. Apanha bilhete e embarca-te nesta viagem, com o nosso instrumento, ao sul pontevedrés.
Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)
  • Inicia-te no baile, desde a base! com Chus Caramés. Sábado 31, de 11h a 13h30.

Rabeas por aprender a bailar e participar das foliadas? Quigeste anotar-te este ano e ficas-te sem praça? Aqui tes a soluçom! Vem aprender os passos básicos e entender as dinámicas do nosso baile tradicional.

Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)

CARME IGLESIAS é integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. De Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!
CHUS CARAMÉS há décadas que anda no baile galego. Começa de mui novinha na agrupaçom folclórica da sua terra natal e a dia de hoje continua aprendendo da man das nosas pessoas velhas e em festas e foliadas. Além de bailadora e pandeireteira, é a organizadora dum evento muito importante para a música tradicional do país, “os Encontros de Música Tradicional de Carvoeiro.
PROTOCOLO CURSOS DO PICHEL ANTE O COVID.
- Garantir rátios protocolárias.
- Ventilar e/ou usar espaços ao ar livre caso as condiçons metereologicas o permitam.
- Desinfetar o espaço.
- Uso de máscara durante todo o tempo que se permaneza no Centro Social, incluindo o momento da actividade.
- Desinfeçom de mans e calçado a través do hidrogel e do felpudo higenizante que o C.S disporá
- Nom assistir à actividade si se padece algum sintoma de Covid-19
- Avisar ao C.S caso se confirme possitivo ao virus.

Os Centros Sociais perante o julgamento das 12 independentistas detidas na Operaçom Jaro

17 de Outubro de 2020
Os Centros Sociais abaixo assinantes fazemos um chamamento à solidariedade e denúncia social ante a petiçom, por parte da fiscalia do Estado Espanhol, de 102 anos de prisom para as 12 pesoas processadas na Operaçom Jaro I e II, assim como a ilegalizaçom das 2 organizaçons implicadas: Causa Galiza e Ceivar. De novo, as forças repressivas do Estado Espanhol, na sua mania persecutória de aniquilar todo quanto atente contra os seus interesses neoliberais e centralistas enraizados baixo a sombra ideológica do franquismo, criminaliza a solidariedade e a luita polos direitos políticos e sociais de todo um povo, inclusive o seu direito de autodeterminaçom -direito legítimo recolhido na DDHH-, coa escusa de servir ambas organizaçons de cobertura e enaltecimento do “terrorismo galego”.
Os Centros Sociais nom somos alheios a estas dinámicas repressivas. Nos últimos anos fomos asaltadas, saqueadas e incorporadas às diferentes campanhas de criminalizaçom contra o independentismo galego saídas das cloacas do estado e que contarom com a inestimável colaboraçom dos meios de (des)informaçom.
A pantasma “Resistência Galega” nom deixa de ser um invento de pesadelo infundado na sociedade através da complicidade dos médios de (des)informaçom para irradiar inseguridade e ódio e poder, assim, justificar as suas actuaçons de “orde e seguridade cidadá nacional” contra quem defende e luita pola liberdade e a justiça social e os direitos dos povos. A defensa da terra nom deberia ser delito, se nom um direito de todas ante a especulaçom, manipulaçom e violência que, dia a dia, recebemos da mao e baixo o controlo das elites políticas e económicas para satisfazer os seus interesses. Por isso cumpre solidariedade social, porque a defensa dos interesses de todas é de responsabilidade e compromisso de todas. Porque nom podemos permitir que os nossos direitos sigam sendo pisados.
Nom podemos deixar que o nosso direito de organizaçom para a denúncia e açom social ante o abandono, repressom e espólio no que se atopa a nossa terra seja castigado.
Porque se tocam a umha, tocam a todas.
Centro social A Gentalha do Pichel (Compostela).
Fundaçom Artábria (Ferrol)
Centro social Gomes Gaioso (Corunha).
Centro social Mádia Leva! (Lugo).
Centro Social Xebra (Burela)
A.C. A Galleira (Ourense)
Centro social O Quilombo (Ponte Vedra).
Centro social Fuscalho (Guarda).
Centro social Faísca (Vigo).
Centro social A Revolta (Vigo)
CSA A Cova dos Ratos (Vigo)
A Casa Colorida (Nigrám)
Coletivo Terra (Pontedeume)
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conversas sobre a memória do espólio

15 de Outubro de 2020
A luita pola devoluçom do paço de Meirás e a reclamaçom do Concelho de Compostela polas estátuas de Abraham e Isaac pugérom no foco mediático o património roubado pola família Franco. Como chegou todo isto às suas maos e como estám a ser os processos para a recuperaçom do espoliado?
Com a presença de Goretti Sanmartín (concelheira do BNG em Compostela) e de Carlos Babío (co-autor de “Meirás: un pazo, un caudillo, un espolio”).
Com reserva prévia em: reservasgentalha@gmail.com
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SOLIDARIEDADE COM CAUSA GALIZA, CEIVAR E AS 12 MILITANTES JULGADAS

12 de Outubro de 2020

 
O vindouro 19, 20 e 21 de outubro serám julgadas 12 militantes independentistas sob a acusaçom de “pertença a banda criminosa” e “enaltecimento do terrorismo” e com elas julgarám umha organizaçom independentista, Causa Galiza, e o organismo anti-repressivo Ceivar. Da Gentalha do Pichel queremos trasladar a nossa solidariedade com as companheiras julgadas e amosar a nossa preocupaçom com a crescente tendência por parte do Estado a tipificar como terrorista ou ilegal qualquer atividade política dirigida a superar o status quo e transformar a realidade.
Entendemos que a solidariedade é muito mais que amosar o imprescindível afecto ou ánimo a quem sofre a violência do aparelho repressivo, a solidariedade é ante tudo, reconhecermo-nos coletivamente numha mesma luita, assumirmos conscientemente que hoje som elas julgadas e amanhá poderemos ser nós ou vós, em definitiva, que quando as julguem a elas, julgaram-nos a todas as que trabalhamos por umha Galiza dona de si.
SÓ QUEM SE MEXE SENTE AS CADEIAS. SOLIDARIEDADE!

 

A RESPEITO DO ASSÉDIO FASCISTA CONTRA A GENTALHA DO PICHEL

18 de Setembro de 2020
O passado 1 de setembro abríamos de novo o centro social após 6 meses com as portas fechadas por causa da COVID. Como agente comprometido com a saúde coletiva, dotamo-nos dumha série de medidas de higiene sanitária como o uso de máscara obrigatório, o mantimento da distância mínima de segurança e todas aquelas recomendaçons da comunidade científico-sanitária.
Igualmente, a Gentalha é um agente social comprometido com os valores básicos de democracia, assemblearismo, autodeterminaçom e memória histórica. Por isso mesmo, figemos público um cartaz no que instávamos a nom aceder ao centro social com máscaras que luzam simbologia que bate frontalmente com os nossos princípios básicos. Mas é a atual bandeira do Estado espanhol um símbolo antidemocrático? Da Gentalha entendemos que sim.
Entendemos que sim, nom apenas polo imprescindível exercício de memória histórica que nos impede esquecer que a atual bandeira espanhola foi imposta por umha ditadura militar fascista. Também polo que representa na atualidade. Para além dos discursos da superaçom do passado e da resignificaçom dos símbolos, da Gentalha entendemos que a bandeira de Espanha segue a representar um Estado que conserva umha instituiçom anacrónica, profundamente antidemocrática e corrupta como a monarquia, que se nega a reconhecer o direito de autodeterminaçom e o exercício da livre eleiçom, que mantém em andamento campanhas repressivas contra o independentismo galego organizado politicamente, que ergue um enorme valado de separaçom com o continente africano ou que continua a celebrar o saqueio colonial de suramérica.
Por tudo isto nom nos surpreende que aquelas pessoas mais ofendidas com o cartaz fossem precisamente as mesmas que lotavam as nossas redes sociais de mensagens com proclamas fascistas, nostálgicos do regime iniciado no 36 que, com a cumplicidade das instituiçons do Estado tenhem cada vez mais campo livre para difundir o seu discurso, esse sim, totalitário, supremacista e machista. Um discurso de ódio que ganha adeptos graças nom apenas a forças políticas ultraespanholistas, que rapidamente denunciárom nas suas redes sociais “as manifestaçons de ódio” da Gentalha, mas também graças à intoxicaçom mediática que nom duvidou em fazer-se eco da notícia entre dúzias de mentiras.
A Gentalha do Pichel é um centro social autogerido, que se mantém graças ao trabalho desinteressado e o esforço económico de dúzias de ativistas, que nom depende de subvençons públicas e que continuará trabalhando na normalizaçom da língua, na recuperaçom da nossa história, na preservaçom do meio natural, na conservaçom da riqueza cultural e patrimonial, na divulgaçom da cultura científica, na igualdade de género e a liberdade sexual, no desporto popular e de base, no ensino popular e na contrainformaçom, ou o que é o mesmo, seguiremos a trabalhar pola higiene democrática do nosso país.
Por último, queremos agradecer aos numerosos coletivos e, em especial, aos restantes centros sociais do país que mostrárom a sua solidariedade connosco. Juntas fazemos país.
Nom passarám!
Conselho Geral da Gentalha do Pichel.
18.09.2020
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PILHAGENS OU REDES DE SOLIDARIEDADE?

15 de Setembro de 2020
Recentemente a Gentalha do Pichel tem sido vítima dum par de roubos no local social e agora sabemos que furtos do estilo estám a suceder-se também em pequenos negócios e mesmo associaçons e sindicatos.
Se bem no nosso caso nom supugérom quantias económicas muito importantes, sim gerárom significativos desperfeitos materiais e mermárom a caixa já de por si modesta nos tempos que atravessamos.
Da Gentalha somos conscientes de que as condiçons de vida da nossa classe estám cada vez mais depauperadas, situaçom agravada pola crise derivada da pandemia. Somos conscientes também de que pretendem divulgar o medo através da manipulaçom mediática que sobredimensiona as consequências de ocupaçons de vivendas e dos roubos em grandes propriedades para conseguir que sejamos as de abaixo as que demandemos mais controlo policial e medidas legáis que nos deixem indefesas perante a classe dominante.
Conscientes de todo isto também queremos manifestar o nosso firme rechaço a quem rouba e dana em pequenas lojas ou negócios locáis da vizinhança e ainda mais em projetos autogeridos que, como a Gentalha, nom tiramos qualquer lucro individual e tenhem como única razom de ser o benefício coletivo.
Face o individualismo e o “salve-se quem puder” que nos impóm o capitalismo, da Gentalha mais umha vez propomos redes de apoio mútuo, solidariedade e organizaçom coletiva.
Só o povo salva o povo.
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8 de Setembro de 2020

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Voltamos com os cursos do Pichel, ajuda-nos a que se mantenham e nutrir o Centro Social!

Mais um ano retomamos a nossa actividade cultural a través dos cursos, pois som básicos para a vida do centro social a nivel económico, ao tratar-se dum projeto totalmente autónomo e autogerido, mas também a nivel associativo, já que deles surdem novas activistas, muitas amizades, ideias que quecem O Pichel e lhe dam razom de ser. É por isso que, também neste ano difícil, queremos voltar a oferecer-vos os nossos cursos, mas sempre tentando cuidar-nos a todxs.

Para isso, este ano, em todos os cursos e actividades será preciso:

- Uso de máscara durante todo o tempo que se permaneza no Centro Social, incluindo o momento da actividade.
- Uso de pantalha nas aulas de gaita e requinta durante toda a actividade.
- Desinfeçom de mans e calçado a través do hidrogel e do felpudo higenizante que o C.S disporá
- Associar-se á Gentalha (quota mínima mensal de 3€)
- Nom assistir à actividade si se padece algum sintoma de Covid-19
- Avisar ao C.S caso se confirme possitivo ao virus.

O Pichel compromete-se a:

- Desinfectar entre actividades.
- Ventilar durante, polo menos, 15 minutos.
- Garantir rátios protocolárias (atualmente grupos de 10 pax) em todos os cursos.
- Nalgúns cursos, possibilidade de aulas semipresenciais no caso de que se supere nas inscriçons a ratio protocolaria. Seriam aulas que combinariam, de forma quincenal e alterna, a asistencia presencial e contidos em linha. No caso de que a inscriçom nom superasse a ratio protocolaria ou que as restriçons cambiem, estas aulas passariam a ser totalmente presenciais. (Constam na descripçom com um *)
- Extraer o ar durante as actividades. (Quando houver possibilidade usar espaços exteriores).
- Proporcionar hidrogel para mans e calçado.

Cursos sem matrícula ——– Depósito dumha mensalidade a maiores a começo do curso que será devolto no caso de avisar com um mês de antecedência da baixa do curso. O pessoal que fique até o fim do curso nom terá que pagar o último mês graças a este depósito ——– Preço mensal ———– Pagamento na primeira semana de cada mês.

Inscriçom em cursos@gentalha.org
Dúvidas e mais informaçom em cursos@gentalha.org ou no Centro Social de terças-feiras a sábados de 19h a 22h.

Ler mais »

o cs o pichel retoma a sua atividade

29 de Agosto de 2020

Voltamos!

Onte tivemos umha jornada de limpeza, desinfecçom e acondicionamento do local para tentar fazer do Pichel um espaço seguro nesta nova fase de abertura. Desde esta terça, 1 de setembro retomamos a atividade abrindo.
Estamos a organizar os cursos que voltaram em outubro e em breve anunciaremos as novidades ao respeito derivadas da situaçom COVID.
Animamos-vos a apoiar o projeto neste momento (difícil também no económico) associando-vos, fazendo parte das comissons de trabalho ou visitando o Pichel.

Por um tecido associativo vivo, apoia os centros sociais e a cultura segura!
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Por umha Galiza livre, longa vida aos centros sociais!

25 de Julho de 2020

Por umha Galiza livre, longa vida aos centros sociais!

Com ou sem pandemia, as pessoas que conformamos a Gentalha sabemos que o 25 de julho nom é um dia qualquer.
O 25 de julho, Dia da nossa Pátria, da nossa Mátria, representa nom apenas a pervivência de um povo que com as suas contradiçons, segue a reconhecer-se como galego mas também e sobretudo, representa o decidido caminhar de múltiplos projetos que acreditamos na necessidade da organizaçom popular para recuperar a soberania da Galiza.
Os Centros Sociais forom e som um agente fundamental na nossa construçom nacional e da Gentalha somos conscientes do longo mais também fermoso trabalho que temos entre maos.
Porque a Galiza transformadora, a Galiza que normaliza a sua língua, a Galiza que constrói a sua própria cultura, a Galiza que conhece a sua história e reivindica às suas luitadoras, a Galiza que aprecia e protege o seu meio natural, a Galiza que combate o Patriarcado, a Galiza que cria a sua própria escola, a Galiza da luita sindical, da solidariedade e a luita antirepressiva, da juventude rebelde, da contrainformaçom…essa Galiza existe, ninguém a pode calar e da Gentalha queremos ajudar-lhe a fazê-la medrar.

Viva a Galiza ceive!
Viva o 25 de julho!
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