Apaga Netflix, acende o Pichel. Ciclo de documentários no cs o pichel

23 de Novembro de 2020

Início às 19h30 pontuais.

Imprescindivel reserva prévia em reservasgentalha@gmail.com (umha única reserva por pessoa)
Capacidade limitada. Uso obrigatório de máscara.
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Se precisas da Gentalha, a Gentalha precisa de ti

14 de Novembro de 2020

Como muitas e muitos de vós sabedes, o Centro Social O Pichel está fechado e onde noutrora soaria o eco de intermináveis foliadas ou do concerto dalgumha banda galega emergente, agora reina o silêncio. Porém, a Gentalha nom paraliza a sua atividadee resiste-se a fazê-lo. Fazemos parte dumha cidade que nom se reconhece a si mesma sem o intenso movimento cultural, político, vizinhal e estudantil que a define. Que para além da imagem de lugar de peregrinaçom que tanto promoverom e promovem as instituiçons que padecemos, sempre resistiu a converter-se num dócil decorado onde os visitantes fazerem selfies. Que longe de resignar-se à esmagadora tendência ao consumo, nunca deixou de produzir conhecimento, memória, resistências e sobretodo organizaçom popular. Da Gentalha é essa Compostela criativa e rebelde a que queremos reivindicar e, com ela, o imprescindível papel do associacionismo cultural. Queremos também reclamar a vigência do projeto que encetamos há já quase 17 anos e o nosso orgulhoso compromisso a nom deixar que a crise capitalista já descontrolada pola pandemia o faga esmorecer. Porém, nom ocultamos as dificuldades às que nos enfrentamos. O C.S. O Pichel é um projeto autogerido cuja viabilidade económica está em sério risco de nom tomarmos urgentes medidas. O debilitamento financeiro e as dificuldades para desenvolver boa parte das iniciativas polas restriçons vigentes som os grandes reptos aos que se enfrentem projetos autogeridos como o nosso. Por isso, numha situaçom tam adversa para as classes populares, é mais necessário do que nunca tecermos laços e criarmos escudos de autoproteçom que blindem os projetos pensados por e para o povo.

É por isso que se precisas da Gentalha, a Gentalha precisa de ti.

Como fazê-lo?

Se já eres sócia e podes subir a tua quota, nós poderemos afrontar às despesas mensais.

Se nom és sócia mas pensaches em sê-lo, agora é um bom momento.

Se queres fazer umha achega pontual podes fazê-lo na conta da associaçom: ES10 0081 0499 60 00014 11744

arredor de defuntos, cabaças e samaim

31 de Outubro de 2020

Para este atípico dia de véspera de Defuntos tínhamos preparadas umha série de atividades que finalmente, pola situaçom sanitária na que nos atopamos, tiverom de ser canceladas.

Achegamos um textinho arredor de Defuntos, cabaças e Samhain -autoria da Comissom de História- com o que queriamos contextualiza-las.

No século VIII a festa cristiá em honra de todos os santos –que se vinha celebrando desde o s. IV- fixa-se em Inglaterra no primeiro de novembro com o nome de Todos os Santos. Um século depois já se propagara por todo o império carolíngio. Desta festa cristiá e, com certeza, da sua mestiçagem com outras pré-cristiás, resultou na Galiza a celebraçom de Defuntos e também o Magusto. Castanhas, lume, cabaças e defuntos envolvem-se na festa por excelência de Outono, que de outra beira do Atlântico chamam Halloween; festa que nos últimos anos, paradoxalmente, se celebra também na nossa Terra, com o sucesso do indiano que volta rico da emigraçom.

AS ÂNIMAS E O LUME. Na cultura tradicional galega a relaçom entre mortos e vivos é tam intensa que os defuntos continuam a serem sujeitos ativos e sensíveis da comunidade, cuja opiniom é mui importante ter em conta. Os mortos habitam o nosso mundo. As alminhas conhecem-se pola luz, polo ar, e por certos animais. A apariçom em forma de luz é a mais habitual, também a da avelainha, inseto que procura a luz. Vicente Risco lembrava um formoso conto irlandês, que bem poderia ser galego, no que se lhe di a umha pessoa que vai matar umha avelainha: “E como sabes que nom é a alma do teu avô?”.

AS CAVEIRAS DE CABAÇA . As caveiras de cabaça faziam-se com nabos, melons dos porcos, cabaça ou olas de barro velhas. Talhavam-se-lhe os olhos, nariz e boca de umha caveira e transformava-se em lâmpada pondo-lhe umha vela dentro. Colocavam-nas em tempo de Defuntos nas corredoiras, hórreos, cemitérios, encruzilhadas…, para susto dos despistados e alegria da rapaziada, principal protagonista desta diversom. A tradiçom do talhado de caveiras de cabaça por Defuntos recuperou-se mui rapidamente nos últimos anos, de Cedeira ao resto da Galiza, graças à vontade e trabalho da AC Chirloteiro, que a resgatou do esquecimento. À festa dêrom-lhe o nome gaélico de Samhain.

BANQUETES FUNERÁRIOS E CASTANHAS. O Magusto nom deixa de ser, como sinalou Manuel Murguia, um banquete funerário, como os que proibiram os Reis Católicos, sem muito sucesso, em 1483 no Reino da Galiza, mas nom por um defunto em concreto, senom por todos. Na Galiza tradicional em toda essa época à que se lhe chama de feito genérico o Inverno, incluindo o Outono, encontramos elementos carnavalescos. A sexualidade, que está no centro do carnavalesco, ressoa também com força no Magusto. É, como no banquete fúnebre o unas outras bromas de velório, o triunfo da alegria sobre a tristura, da vida sobre a morte.

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perante as novas restriçons

22 de Outubro de 2020

 

COMUNICADO DO CONSELHO GERAL
Perante as novas medidas recolhidas no DOG para a nossa localidade, o Conselho Geral da Gentalha, reunido no serám de ontem decidiu o seguinte:
1. Fechamos o bar até novo aviso. A impossibilidade de combinar com pessoas nom conviventes e de atender mesas em interior, somada às adversas condiçons metereológicas, leva-nos a tomar esta dura decissom num momento no que a revitalizaçom económica do espaço é urgente.
2. Vamos tentar continuarmos com os cursos, adaptando-nos, na medida das possibilidades de cada um deles, às novas limitaçons numéricas e oferecendo soluçons de seguridade para todxs.
3. A atividade cultural do centro social manterá-se através de palestras, concertos ou outros formatos adaptando-nos sempre às lotaçons recomendadas e cumprindo as medidas de segurança já vigorantes em todo o local.
Por último, queremos trasladar a todas as nossas sócias e sócios, às utentes, ao alunado de cursos e amigas da Gentalha o nosso agradecimento por continuardes a ter no Pichel um espaço de referência a pesar das incomodidades do contexto.
Os tempos som chegados e hoje mais do que nunca precisamos-vos para resistir a tormenta e voltar a florescer.
APOIA OS CENTROS SOCIAIS!

Monográficos de Outubro

19 de Outubro de 2020

Ficache sem praça em baile e pandeireta? Nom te preocupes! Aqui trazemos umha soluçom!
Propomos, para este mes de outubro, dous monográficos de iniciaçom, um ao baile tradicional e outro à pandeireta, assi como um de pandeireta para quem já sabe um chisquinho (nivel intermedio).

Inscriçons até dous dias antes de cada monográfico em cursos@gentalha.org

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Aqui tedes a informaçom:

  • Inicia-te na pandeireta, desde a base! com Carme Iglesias. Sexta feira 30, de 11h a 13h.
 Tinhas idea de iniciar-te este curso na pandeireta e chegaches tarde? Este é o teu monográfico! Conheceremos os primeiros movimentos e ritmos para quem nom sabe nada: abaneos, jota, muinheira, agarrado… até algumha copla botaremos!
Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)
  • Pom-lhe acento ao teu instrumento. (Pandeireta nível intermédio) com Carme Iglesias. Sexta feira 30, de 19h a 21h.
Ana-come-pam  ana-come-pam….Ana já deve estar empachada! É o momento de saír da comodidade rítmica de sempre e experimentar novos acentos percutivos. Apanha bilhete e embarca-te nesta viagem, com o nosso instrumento, ao sul pontevedrés.
Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)
  • Inicia-te no baile, desde a base! com Chus Caramés. Sábado 31, de 11h a 13h30.

Rabeas por aprender a bailar e participar das foliadas? Quigeste anotar-te este ano e ficas-te sem praça? Aqui tes a soluçom! Vem aprender os passos básicos e entender as dinámicas do nosso baile tradicional.

Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)

CARME IGLESIAS é integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. De Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!
CHUS CARAMÉS há décadas que anda no baile galego. Começa de mui novinha na agrupaçom folclórica da sua terra natal e a dia de hoje continua aprendendo da man das nosas pessoas velhas e em festas e foliadas. Além de bailadora e pandeireteira, é a organizadora dum evento muito importante para a música tradicional do país, “os Encontros de Música Tradicional de Carvoeiro.
PROTOCOLO CURSOS DO PICHEL ANTE O COVID.
- Garantir rátios protocolárias.
- Ventilar e/ou usar espaços ao ar livre caso as condiçons metereologicas o permitam.
- Desinfetar o espaço.
- Uso de máscara durante todo o tempo que se permaneza no Centro Social, incluindo o momento da actividade.
- Desinfeçom de mans e calçado a través do hidrogel e do felpudo higenizante que o C.S disporá
- Nom assistir à actividade si se padece algum sintoma de Covid-19
- Avisar ao C.S caso se confirme possitivo ao virus.

Os Centros Sociais perante o julgamento das 12 independentistas detidas na Operaçom Jaro

17 de Outubro de 2020
Os Centros Sociais abaixo assinantes fazemos um chamamento à solidariedade e denúncia social ante a petiçom, por parte da fiscalia do Estado Espanhol, de 102 anos de prisom para as 12 pesoas processadas na Operaçom Jaro I e II, assim como a ilegalizaçom das 2 organizaçons implicadas: Causa Galiza e Ceivar. De novo, as forças repressivas do Estado Espanhol, na sua mania persecutória de aniquilar todo quanto atente contra os seus interesses neoliberais e centralistas enraizados baixo a sombra ideológica do franquismo, criminaliza a solidariedade e a luita polos direitos políticos e sociais de todo um povo, inclusive o seu direito de autodeterminaçom -direito legítimo recolhido na DDHH-, coa escusa de servir ambas organizaçons de cobertura e enaltecimento do “terrorismo galego”.
Os Centros Sociais nom somos alheios a estas dinámicas repressivas. Nos últimos anos fomos asaltadas, saqueadas e incorporadas às diferentes campanhas de criminalizaçom contra o independentismo galego saídas das cloacas do estado e que contarom com a inestimável colaboraçom dos meios de (des)informaçom.
A pantasma “Resistência Galega” nom deixa de ser um invento de pesadelo infundado na sociedade através da complicidade dos médios de (des)informaçom para irradiar inseguridade e ódio e poder, assim, justificar as suas actuaçons de “orde e seguridade cidadá nacional” contra quem defende e luita pola liberdade e a justiça social e os direitos dos povos. A defensa da terra nom deberia ser delito, se nom um direito de todas ante a especulaçom, manipulaçom e violência que, dia a dia, recebemos da mao e baixo o controlo das elites políticas e económicas para satisfazer os seus interesses. Por isso cumpre solidariedade social, porque a defensa dos interesses de todas é de responsabilidade e compromisso de todas. Porque nom podemos permitir que os nossos direitos sigam sendo pisados.
Nom podemos deixar que o nosso direito de organizaçom para a denúncia e açom social ante o abandono, repressom e espólio no que se atopa a nossa terra seja castigado.
Porque se tocam a umha, tocam a todas.
Centro social A Gentalha do Pichel (Compostela).
Fundaçom Artábria (Ferrol)
Centro social Gomes Gaioso (Corunha).
Centro social Mádia Leva! (Lugo).
Centro Social Xebra (Burela)
A.C. A Galleira (Ourense)
Centro social O Quilombo (Ponte Vedra).
Centro social Fuscalho (Guarda).
Centro social Faísca (Vigo).
Centro social A Revolta (Vigo)
CSA A Cova dos Ratos (Vigo)
A Casa Colorida (Nigrám)
Coletivo Terra (Pontedeume)
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conversas sobre a memória do espólio

15 de Outubro de 2020
A luita pola devoluçom do paço de Meirás e a reclamaçom do Concelho de Compostela polas estátuas de Abraham e Isaac pugérom no foco mediático o património roubado pola família Franco. Como chegou todo isto às suas maos e como estám a ser os processos para a recuperaçom do espoliado?
Com a presença de Goretti Sanmartín (concelheira do BNG em Compostela) e de Carlos Babío (co-autor de “Meirás: un pazo, un caudillo, un espolio”).
Com reserva prévia em: reservasgentalha@gmail.com
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SOLIDARIEDADE COM CAUSA GALIZA, CEIVAR E AS 12 MILITANTES JULGADAS

12 de Outubro de 2020

 
O vindouro 19, 20 e 21 de outubro serám julgadas 12 militantes independentistas sob a acusaçom de “pertença a banda criminosa” e “enaltecimento do terrorismo” e com elas julgarám umha organizaçom independentista, Causa Galiza, e o organismo anti-repressivo Ceivar. Da Gentalha do Pichel queremos trasladar a nossa solidariedade com as companheiras julgadas e amosar a nossa preocupaçom com a crescente tendência por parte do Estado a tipificar como terrorista ou ilegal qualquer atividade política dirigida a superar o status quo e transformar a realidade.
Entendemos que a solidariedade é muito mais que amosar o imprescindível afecto ou ánimo a quem sofre a violência do aparelho repressivo, a solidariedade é ante tudo, reconhecermo-nos coletivamente numha mesma luita, assumirmos conscientemente que hoje som elas julgadas e amanhá poderemos ser nós ou vós, em definitiva, que quando as julguem a elas, julgaram-nos a todas as que trabalhamos por umha Galiza dona de si.
SÓ QUEM SE MEXE SENTE AS CADEIAS. SOLIDARIEDADE!

 

A RESPEITO DO ASSÉDIO FASCISTA CONTRA A GENTALHA DO PICHEL

18 de Setembro de 2020
O passado 1 de setembro abríamos de novo o centro social após 6 meses com as portas fechadas por causa da COVID. Como agente comprometido com a saúde coletiva, dotamo-nos dumha série de medidas de higiene sanitária como o uso de máscara obrigatório, o mantimento da distância mínima de segurança e todas aquelas recomendaçons da comunidade científico-sanitária.
Igualmente, a Gentalha é um agente social comprometido com os valores básicos de democracia, assemblearismo, autodeterminaçom e memória histórica. Por isso mesmo, figemos público um cartaz no que instávamos a nom aceder ao centro social com máscaras que luzam simbologia que bate frontalmente com os nossos princípios básicos. Mas é a atual bandeira do Estado espanhol um símbolo antidemocrático? Da Gentalha entendemos que sim.
Entendemos que sim, nom apenas polo imprescindível exercício de memória histórica que nos impede esquecer que a atual bandeira espanhola foi imposta por umha ditadura militar fascista. Também polo que representa na atualidade. Para além dos discursos da superaçom do passado e da resignificaçom dos símbolos, da Gentalha entendemos que a bandeira de Espanha segue a representar um Estado que conserva umha instituiçom anacrónica, profundamente antidemocrática e corrupta como a monarquia, que se nega a reconhecer o direito de autodeterminaçom e o exercício da livre eleiçom, que mantém em andamento campanhas repressivas contra o independentismo galego organizado politicamente, que ergue um enorme valado de separaçom com o continente africano ou que continua a celebrar o saqueio colonial de suramérica.
Por tudo isto nom nos surpreende que aquelas pessoas mais ofendidas com o cartaz fossem precisamente as mesmas que lotavam as nossas redes sociais de mensagens com proclamas fascistas, nostálgicos do regime iniciado no 36 que, com a cumplicidade das instituiçons do Estado tenhem cada vez mais campo livre para difundir o seu discurso, esse sim, totalitário, supremacista e machista. Um discurso de ódio que ganha adeptos graças nom apenas a forças políticas ultraespanholistas, que rapidamente denunciárom nas suas redes sociais “as manifestaçons de ódio” da Gentalha, mas também graças à intoxicaçom mediática que nom duvidou em fazer-se eco da notícia entre dúzias de mentiras.
A Gentalha do Pichel é um centro social autogerido, que se mantém graças ao trabalho desinteressado e o esforço económico de dúzias de ativistas, que nom depende de subvençons públicas e que continuará trabalhando na normalizaçom da língua, na recuperaçom da nossa história, na preservaçom do meio natural, na conservaçom da riqueza cultural e patrimonial, na divulgaçom da cultura científica, na igualdade de género e a liberdade sexual, no desporto popular e de base, no ensino popular e na contrainformaçom, ou o que é o mesmo, seguiremos a trabalhar pola higiene democrática do nosso país.
Por último, queremos agradecer aos numerosos coletivos e, em especial, aos restantes centros sociais do país que mostrárom a sua solidariedade connosco. Juntas fazemos país.
Nom passarám!
Conselho Geral da Gentalha do Pichel.
18.09.2020
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PILHAGENS OU REDES DE SOLIDARIEDADE?

15 de Setembro de 2020
Recentemente a Gentalha do Pichel tem sido vítima dum par de roubos no local social e agora sabemos que furtos do estilo estám a suceder-se também em pequenos negócios e mesmo associaçons e sindicatos.
Se bem no nosso caso nom supugérom quantias económicas muito importantes, sim gerárom significativos desperfeitos materiais e mermárom a caixa já de por si modesta nos tempos que atravessamos.
Da Gentalha somos conscientes de que as condiçons de vida da nossa classe estám cada vez mais depauperadas, situaçom agravada pola crise derivada da pandemia. Somos conscientes também de que pretendem divulgar o medo através da manipulaçom mediática que sobredimensiona as consequências de ocupaçons de vivendas e dos roubos em grandes propriedades para conseguir que sejamos as de abaixo as que demandemos mais controlo policial e medidas legáis que nos deixem indefesas perante a classe dominante.
Conscientes de todo isto também queremos manifestar o nosso firme rechaço a quem rouba e dana em pequenas lojas ou negócios locáis da vizinhança e ainda mais em projetos autogeridos que, como a Gentalha, nom tiramos qualquer lucro individual e tenhem como única razom de ser o benefício coletivo.
Face o individualismo e o “salve-se quem puder” que nos impóm o capitalismo, da Gentalha mais umha vez propomos redes de apoio mútuo, solidariedade e organizaçom coletiva.
Só o povo salva o povo.
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