Carvom, jugos e frechas. A configuraçom franquista das cavalgadas de Reis

6 de Janeiro de 2021
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Neste texto explicamos como a celebraçom dos reis Magos era apenas um reclamo comercial -residual- antes do 36 e completamente alheia às casas das classes populares compostelanas. Por sua vez, a celebraçom observável na atualidade, um produto franquista que chega até os dias de hoje.

Pequena reflexom sobre o ano 2020

2 de Janeiro de 2021
“Ainda que vivim pouco, muito sonhei”
Esta frase de Carvalho Calero pode resumir mui bem este 2020 que vem de finalizar. As vivências que tivemos neste duro ano nom forom muitas. As poucas atividades que pudemos levar avante polas necessárias restriçons para afrontar a pandemia repousam na memória deste coletivo pois nom abundárom ao longo destes 9 meses que levamos vividos dumha maneira que nunca imaginamos, mas ajudárom a manter vivo o nosso débil pulso: as aulas online permitirom-nos continuar a aprender desde a casa, as foliadas na cozinha ajudárom a distrair-nos durante o confinamento, a Universidade Popular conseguiu juntar-nos de novo nas saídas e roteiros, etc.
A pandemia também freou a atividade das comissons de trabalho, impossibilitou-nos celebrar eventos já consolidados no ano como a Festa do Dezassete, a cacharela do Sam Joam ou o guateque de Inverno, e impediu homenagear como se merece o ano Carvalho Calero.
O confinamento e as restriçons de capacidades tenhem posto numha situaçom mui precária a todo o seitor cultural da cidade nom ficando isentas disto. A pandemia afectou de cheio à linha de flotaçom da nossa associaçom cultural e o centro social, pondo em risco a sua viabilidade económica, afetando enormemente o decorrer das aulas dos nossos cursos, impossibilitando o mantemento do posto da pessoa trabalhadora, reduzindo ao mínimo a nossa programaçom cultural. Mas também recebemos um forte alento de toda essa gentalha que estades por trás e que definides o que somos. Queremos agradecer de novo ao professorado que nom duvidou em buscar o jeito de manter as aulas e logo adaptar as ensinanças e os ritmos às lotaçons, ao alumnado que mantivo a matrícula desde a distáncia e que depois confiou nos protocolos e medidas tomados no CS, às associadas que mantivestes ou mesmo incrementastes a quota, às pessoas que acudirom às poucas atividades que fomos capazes de levar avante, às anónimas que decidisteis colaborar economicamente comprando material ou fazendo umha achega oferecendo-nos umha bolha de oxigénio para continuar a resistir. A todas vós, OBRIGADAS.
Mas durante estes meses também sonhamos, como levamos fazendo desde a posta em marcha deste projeto cultural e como leva feito o movimento popular e associativo da cidade (é de sinalar como em tempos tam escuros e difíceis como os que nos tocou viver a escola popular de ensino em galego que ajudamos a criar acadou o financiamento necessário para fazer-se com um prédio no que centralizar a escola de infantil e primário), fazendo-nos manter a tensom e os nossos hábitos de trabalho que preparam o caminho dos novos e ambiciosos -tendo em conta as nossas possibilidades- projetos que venhem. Os nossos grandes sonhos de mudança e transformaçom social do País, de recuperaçom e valorizaçom do galego, de superaçom do atual modelo económico depredador, da igualdade efetiva entre mulheres e homens, continuam, se cabe, mais presentes que nunca. Porém, também temos anelos mais humildes como recuperar a nossa atividade habitual, degustar os petiscos do bar, demonstrar nas foliadas que sabemos os pontos que as profes nos tenhem aprendido, desfrutar da música ao vivo das bandas emergentes galegas, despedir o Esteban com a festa que se merece, saltar de novo o lume na noite do 23 de junho, e um longo etcétera. Se estamos mais perto de consegui-lo é graças a todas vós.

CIÊNCIA, LUCRO E COVID

21 de Dezembro de 2020

A seguir, disponibilizamos um texto da Comissom de Cultura científica reflectindo sobre o papel das vacinas e dos poderes económicos no contexto de pandemia actual.

[Disponível também em Issuu]

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A ciência, o lucro e a COVID

O ethos, ou etos, é um conceito sociológico que se refere ao conjunto de características ou valores de determinado grupo de pessoas. Este conceito tem o seu uso específico em disciplinas como a filosofia, a arte, a linguística ou a antropologia, e variaçons no seu significado ao longo da história. Mas é um conceito interessante em ciência, pois implica que as normas da ciência, para além de serem eficientes na produçom de conhecimento fiável, som também prescriçons morais.

Unha das características deste ethos é o universalismo, é dizer, entender a ciência como umha construçom de todas as científicas e científicos, independentemente da nacionalidade, cultura, raça ou género das mesmas. Outra é o desinteresse, ou a preocupaçom da comunidade científica por acrescentar o seu conhecimento, sem atençom polo lucro. Mais umha: o comunitarismo, entendido como a obrigatoriedade de partilhar o conhecimento científico, para favorecer o debate e a investigaçom.

Isto dizia J. Ziman (1) a finais do século passado, nas suas obras sobre filosofia da ciência, personagem por certo nada susceptível de ser identificado como um radical esquerdista.

Som conhecidos os efeitos perversos de juntarmos investigaçom científica e interesse capitalista. Para além do exemplo armamentístico, as falsificaçons de resultados em investigaçons devidas a pressons de investidores tenhem sido infelizmente notícia nos meios (2). Som mal vistas socialmente, mas nom o estám a ser tanto as práticas que tenhem lugar naa produçom das diferentes vacinas para a COVID-19.

Assistimos a, por umha parte, umha ridiculizaçom das vacinas produzidas em países como Cuba, Rússia e China, com exemplos que raiam no racismo quando nom o abraçam abertamente. Por outra, ao lucro mais infame, tirando proveito dumha desgraça que já conta por milhons as suas vítimas. A farmacéutica Pfizer rejeitou ajudas públicas de distintos países durante a pandemia, pois estas obrigavam a empresa a oferecer garantias de abastecimento e preço na venda posterior. Preferiu nom aceitá-las para ter as maos livres à hora de vendê-la e fixar as suas estratégias para maximizar benefícios em plena pandemia mundial. Por nom falar dos processos de especulaçom associados: um diretivo da Pfizer vendeu o 60 % das suas açons, ganhando 4,7 milhons de euros dias depois de anunciarem os resultados positivos da sua vacina (3).

Perante isto, a dependência do setor privado nos países ocidentais é total. Por colocar um exemplo: o orçamento anual do Consejo Superior de Investigaciones Científicas no estado espanhol nom atinge os 370 milhons de euros anuais (4). O investimento de Pfizer na sua vacina é de 2000 milhons (5). Só por comparar, o investimento em gasto militar do estado espanhol é de 20 000 milhons (6). Nom é que a privada funcione melhor, é que as iniciativas públicas estám a ser afogadas orçamentariamente para favorecer o lucro privado. O resgate bancário custou no estado, por certo, 60 000 milhons de euros (7). Quando as empresas privadas fracassam na sua gestom, também o pagamos entre todas.

Este desmantelamento do setor público vemo-lo dia a dia na saúde e no ensino, onde se reduzem investimentos nas estruturas públicas para favorecer a parasitaçom que exercem as empresas privadas. O exemplo das residências de maiores é paradigmático na Galiza, responsável da perda de muitas vidas desde que começou a pandemia.

Compre pôr em questom o sistema de patentes, a dependência nas nossas sociedades das farmacéuticas privadas e, sobre todo na situaçom atual, denunciar a imoralidade dos que se pretendem lucrar das desgraças de todas. Compre também valorizar os esforços de quem age internacionalmente com valores de solidariedade por cima dos do lucro.

Nom podemos, mais bem ao contrário, renunciar à vacinaçom. De facto, a situaçom actual permite-nos albiscar as incerteças e angústias dum mundo sem vacinas. Mais bem precisamos reivindicar a vacinaçom e os avanços científicos para o benefício social, nom só quando o benefício social coincide com os interesses capitalistas. A postura pró-científica nom é em nengum caso um alinhamento com esses interesses, mas reivindicar a ciência ao serviço dos interesses populares.

E fazê-lo desde a reivindicaçom dos valores dumha prática científica universal, desinteresada e comunitária. Para que uns poucos deixem de aproveitarse do que é de todas.

 

(1) Ziman, John (1976). The Force of Knowledge: The Scientific Dimension of Society. Cambridge University Press. ISBN .

(2) https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/10/19/pesquisador-de-harvard-e-acusado-de-falsificar-resultados-com-celulas-tronco-por-anos.ghtml

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2009/10/091026_coreanoclonescondenafn

(3) https://www.dn.pt/dinheiro/ceo-da-pfizer-vende-60-das-suas-acoes-e-ganha-47-milhoes-13027135.html

(4) Orçamentos Gerais do Estado 2017

(5) https://www.elmundo.es/economia/2020/11/11/5faae9b3fdddff2b7d8b45a2.html

(6) https://www.publico.es/politica/gasto-militar-espanol-volvera-superar-ano-20000-millones-euros.html

(7) https://cincodias.elpais.com/cincodias/2019/11/20/companias/1574245470_048581.html

re-anima-te! dicas de vida e morte para a saúde coletiva

6 de Dezembro de 2020
Chega um novo curso!
Em tempos de crise sanitária e de saturaçom do sistema de saúde público pola falta de recursos tanto humanos como materiais, é doado sentirmo-nos desamparadas e desprotegidas em caso de cairmos doentes.
Por isso, desde a Comissom de Cultura Científica, sem menoscabo de luitar por umha sanidade pública de qualidade, achamos necessário construir ferramentas de autoproteçom que nos ajudem nom apenas a detectar quando algo funciona mal no nosso corpo, mas também a reagir quando nom há pessoal sanitário presente e a gravidade da situaçom requer umha rápida intervençom.
Tendo isto presente, organizamos um curso de técnicas de reanimaçom cardiopulmonar (RCP) onde duas profissionais sanitárias (Laura Garcia e Noa Valinho) nos darám dicas que, desde a evidência científica, tenhem demonstrado a sua enorme eficácia para salvar vidas. Queremos pois, reivindicar a importáncia de conhecer aspectos mui básicos e fundamentais para realizar os primeiros passos dumha reanimaçom que formem a cadeia de sobrevivência e ajudar a salvar umha vida. Ademais, poderemos praticar as manobras aprendidas!
Aguardamos-te o vindouro sábado 12 de dezembro às 17h no C.S. O Pichel.
As vagas som limitadas. Reserva a tua escrevendo para culturacientífica.pichel@gmail.com antes da quinta-feira 10 de dezembro às 12hpm.
RE-ANIMA-TE!
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Iniciaçom à Dança Malinké (Curso Virtual)

24 de Novembro de 2020
  • Quando? sábado 12 de dezembro de 12h a 13h.
  • Quem imparte? Tania Veiga. Tens mais informaçom sobre ela, sobre a dança e sobre a sua Escola em www.DanzaTaniaVeiga.com
  • Formato virtual em directo. Passaremos-te a ligaçom a través da qual poderás seguir a aula.
  • Preço? À vontade.
  • Inscriçons em cursos@gentalha.org ate o dia 10.

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Esta é umha masterclass de Dança Malinké que oferecemos em streaming e em directo para que todas podamos bailar desde as nossas casas. Com esta aula temos vários propósitos: além de presentar a Dança Malinké e de que a goces na tua pele, queremos passar umha horinha coidando-nos e divertendo-nos por méio do baile. A Dança Malinké, carrega-nos as pilhas e como toda as danças, melhora o nosso sistema imunitário; uns bons ingredientes para estes tempos.

O nosso interesse com esta máster nom remata em ti, senom que se amplia ao colectivo. Com a tua achega estás ajudando a que este centro social independente, A Gentalha do Pichel, poda continuar com a sua labor, em tempos nos que as medidas que venhem limitando as nossas vidas actualmente, afectam enormemente a espaços como o nosso. Assim que com a tua achega segues a alimentar unha cultura viva, plural e para todas.

  • Para goçar desta masterclass precisas:

- Roupa cómoda para mover-te com liberdade.

- Água para re-pôr líquidos, porque normalmente suamos bastante.

- Um espaço aproximado de 2m x 2m

- Móvel, tablet ou computador conectados a Youtube.

- Recomendamos uns bons altofalantes.

As persoas assitentes nom ides ter vídeo nem micro, assim que as que tenhades mais vergonha estades mui coidadinhas. Si tendes dúvidas poderedes escrever no chat.

Se gostas da masterclass, a Dança Malinké e a sua forma de ensinar, podes seguir bailando com Tania nas suas Aulas Regulares, tanto Presenciais coma em linha. Aqui tens mais informaçom: www.DanzaTaniaVeiga.com/cursos

Apaga Netflix, acende o Pichel. Ciclo de documentários no cs o pichel

23 de Novembro de 2020

Início às 19h30 pontuais.

Imprescindivel reserva prévia em reservasgentalha@gmail.com (umha única reserva por pessoa)
Capacidade limitada. Uso obrigatório de máscara.
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Se precisas da Gentalha, a Gentalha precisa de ti

14 de Novembro de 2020

Como muitas e muitos de vós sabedes, o Centro Social O Pichel está fechado e onde noutrora soaria o eco de intermináveis foliadas ou do concerto dalgumha banda galega emergente, agora reina o silêncio. Porém, a Gentalha nom paraliza a sua atividadee resiste-se a fazê-lo. Fazemos parte dumha cidade que nom se reconhece a si mesma sem o intenso movimento cultural, político, vizinhal e estudantil que a define. Que para além da imagem de lugar de peregrinaçom que tanto promoverom e promovem as instituiçons que padecemos, sempre resistiu a converter-se num dócil decorado onde os visitantes fazerem selfies. Que longe de resignar-se à esmagadora tendência ao consumo, nunca deixou de produzir conhecimento, memória, resistências e sobretodo organizaçom popular. Da Gentalha é essa Compostela criativa e rebelde a que queremos reivindicar e, com ela, o imprescindível papel do associacionismo cultural. Queremos também reclamar a vigência do projeto que encetamos há já quase 17 anos e o nosso orgulhoso compromisso a nom deixar que a crise capitalista já descontrolada pola pandemia o faga esmorecer. Porém, nom ocultamos as dificuldades às que nos enfrentamos. O C.S. O Pichel é um projeto autogerido cuja viabilidade económica está em sério risco de nom tomarmos urgentes medidas. O debilitamento financeiro e as dificuldades para desenvolver boa parte das iniciativas polas restriçons vigentes som os grandes reptos aos que se enfrentem projetos autogeridos como o nosso. Por isso, numha situaçom tam adversa para as classes populares, é mais necessário do que nunca tecermos laços e criarmos escudos de autoproteçom que blindem os projetos pensados por e para o povo.

É por isso que se precisas da Gentalha, a Gentalha precisa de ti.

Como fazê-lo?

Se já eres sócia e podes subir a tua quota, nós poderemos afrontar às despesas mensais.

Se nom és sócia mas pensaches em sê-lo, agora é um bom momento.

Se queres fazer umha achega pontual podes fazê-lo na conta da associaçom: ES10 0081 0499 60 00014 11744

arredor de defuntos, cabaças e samaim

31 de Outubro de 2020

Para este atípico dia de véspera de Defuntos tínhamos preparadas umha série de atividades que finalmente, pola situaçom sanitária na que nos atopamos, tiverom de ser canceladas.

Achegamos um textinho arredor de Defuntos, cabaças e Samhain -autoria da Comissom de História- com o que queriamos contextualiza-las.

No século VIII a festa cristiá em honra de todos os santos –que se vinha celebrando desde o s. IV- fixa-se em Inglaterra no primeiro de novembro com o nome de Todos os Santos. Um século depois já se propagara por todo o império carolíngio. Desta festa cristiá e, com certeza, da sua mestiçagem com outras pré-cristiás, resultou na Galiza a celebraçom de Defuntos e também o Magusto. Castanhas, lume, cabaças e defuntos envolvem-se na festa por excelência de Outono, que de outra beira do Atlântico chamam Halloween; festa que nos últimos anos, paradoxalmente, se celebra também na nossa Terra, com o sucesso do indiano que volta rico da emigraçom.

AS ÂNIMAS E O LUME. Na cultura tradicional galega a relaçom entre mortos e vivos é tam intensa que os defuntos continuam a serem sujeitos ativos e sensíveis da comunidade, cuja opiniom é mui importante ter em conta. Os mortos habitam o nosso mundo. As alminhas conhecem-se pola luz, polo ar, e por certos animais. A apariçom em forma de luz é a mais habitual, também a da avelainha, inseto que procura a luz. Vicente Risco lembrava um formoso conto irlandês, que bem poderia ser galego, no que se lhe di a umha pessoa que vai matar umha avelainha: “E como sabes que nom é a alma do teu avô?”.

AS CAVEIRAS DE CABAÇA . As caveiras de cabaça faziam-se com nabos, melons dos porcos, cabaça ou olas de barro velhas. Talhavam-se-lhe os olhos, nariz e boca de umha caveira e transformava-se em lâmpada pondo-lhe umha vela dentro. Colocavam-nas em tempo de Defuntos nas corredoiras, hórreos, cemitérios, encruzilhadas…, para susto dos despistados e alegria da rapaziada, principal protagonista desta diversom. A tradiçom do talhado de caveiras de cabaça por Defuntos recuperou-se mui rapidamente nos últimos anos, de Cedeira ao resto da Galiza, graças à vontade e trabalho da AC Chirloteiro, que a resgatou do esquecimento. À festa dêrom-lhe o nome gaélico de Samhain.

BANQUETES FUNERÁRIOS E CASTANHAS. O Magusto nom deixa de ser, como sinalou Manuel Murguia, um banquete funerário, como os que proibiram os Reis Católicos, sem muito sucesso, em 1483 no Reino da Galiza, mas nom por um defunto em concreto, senom por todos. Na Galiza tradicional em toda essa época à que se lhe chama de feito genérico o Inverno, incluindo o Outono, encontramos elementos carnavalescos. A sexualidade, que está no centro do carnavalesco, ressoa também com força no Magusto. É, como no banquete fúnebre o unas outras bromas de velório, o triunfo da alegria sobre a tristura, da vida sobre a morte.

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perante as novas restriçons

22 de Outubro de 2020

 

COMUNICADO DO CONSELHO GERAL
Perante as novas medidas recolhidas no DOG para a nossa localidade, o Conselho Geral da Gentalha, reunido no serám de ontem decidiu o seguinte:
1. Fechamos o bar até novo aviso. A impossibilidade de combinar com pessoas nom conviventes e de atender mesas em interior, somada às adversas condiçons metereológicas, leva-nos a tomar esta dura decissom num momento no que a revitalizaçom económica do espaço é urgente.
2. Vamos tentar continuarmos com os cursos, adaptando-nos, na medida das possibilidades de cada um deles, às novas limitaçons numéricas e oferecendo soluçons de seguridade para todxs.
3. A atividade cultural do centro social manterá-se através de palestras, concertos ou outros formatos adaptando-nos sempre às lotaçons recomendadas e cumprindo as medidas de segurança já vigorantes em todo o local.
Por último, queremos trasladar a todas as nossas sócias e sócios, às utentes, ao alunado de cursos e amigas da Gentalha o nosso agradecimento por continuardes a ter no Pichel um espaço de referência a pesar das incomodidades do contexto.
Os tempos som chegados e hoje mais do que nunca precisamos-vos para resistir a tormenta e voltar a florescer.
APOIA OS CENTROS SOCIAIS!

Monográficos de Outubro

19 de Outubro de 2020

Ficache sem praça em baile e pandeireta? Nom te preocupes! Aqui trazemos umha soluçom!
Propomos, para este mes de outubro, dous monográficos de iniciaçom, um ao baile tradicional e outro à pandeireta, assi como um de pandeireta para quem já sabe um chisquinho (nivel intermedio).

Inscriçons até dous dias antes de cada monográfico em cursos@gentalha.org

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Aqui tedes a informaçom:

  • Inicia-te na pandeireta, desde a base! com Carme Iglesias. Sexta feira 30, de 11h a 13h.
 Tinhas idea de iniciar-te este curso na pandeireta e chegaches tarde? Este é o teu monográfico! Conheceremos os primeiros movimentos e ritmos para quem nom sabe nada: abaneos, jota, muinheira, agarrado… até algumha copla botaremos!
Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)
  • Pom-lhe acento ao teu instrumento. (Pandeireta nível intermédio) com Carme Iglesias. Sexta feira 30, de 19h a 21h.
Ana-come-pam  ana-come-pam….Ana já deve estar empachada! É o momento de saír da comodidade rítmica de sempre e experimentar novos acentos percutivos. Apanha bilhete e embarca-te nesta viagem, com o nosso instrumento, ao sul pontevedrés.
Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)
  • Inicia-te no baile, desde a base! com Chus Caramés. Sábado 31, de 11h a 13h30.

Rabeas por aprender a bailar e participar das foliadas? Quigeste anotar-te este ano e ficas-te sem praça? Aqui tes a soluçom! Vem aprender os passos básicos e entender as dinámicas do nosso baile tradicional.

Prezo: 25€(sócias) / 30€ (nom sócias)

CARME IGLESIAS é integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. De Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!
CHUS CARAMÉS há décadas que anda no baile galego. Começa de mui novinha na agrupaçom folclórica da sua terra natal e a dia de hoje continua aprendendo da man das nosas pessoas velhas e em festas e foliadas. Além de bailadora e pandeireteira, é a organizadora dum evento muito importante para a música tradicional do país, “os Encontros de Música Tradicional de Carvoeiro.
PROTOCOLO CURSOS DO PICHEL ANTE O COVID.
- Garantir rátios protocolárias.
- Ventilar e/ou usar espaços ao ar livre caso as condiçons metereologicas o permitam.
- Desinfetar o espaço.
- Uso de máscara durante todo o tempo que se permaneza no Centro Social, incluindo o momento da actividade.
- Desinfeçom de mans e calçado a través do hidrogel e do felpudo higenizante que o C.S disporá
- Nom assistir à actividade si se padece algum sintoma de Covid-19
- Avisar ao C.S caso se confirme possitivo ao virus.